Maigret era um detective da polícia e estava a passar umas férias na vila de Nice e decidira jantar na casa de um Médico que era seu amigo mas no jantar ele sentira-se mal e o Médico fez um exame a Maigret e disse-lhe que tinha de fazer um tratamento nas termas de Vichy. Maigret tinha de cumprir com um regime rigoroso de tomar três copos de água das termas de meia em meia hora e também devia de comer mais saudavelmente.
Maigret quando chegou a Vichy instalou-se num hotel muito famoso e começara a cumprir o seu regime á risca.
Num dia em que Maigret se sentara a ouvir a música do coreto ouve uma mulher a quem chamavam a dama de lilás que lhe despertou um certo interesse ou como era detective gostara de adivinhar o que cada um pensaria ou o que cada um faria na vida. Passado pouco tempo por espanto dele a dama de lilás tinha sido estrangulado no sei próprio quarto. Um detective local queria que Maigret o ajuda-se nas investigações e Maigret aceitou com o ânimo de começar um investigação.
Passado pouco tempo descobriram que a dama de lilás tinha uma irmã que vivia em paris e tinha um famoso cabeleireiro, pediram-lhe para que viesse buscar o corpo da sua irmã e também lhe pediram para vir responder a um interrogatório.
Depois de da irmã da dama de lilás ter respondido a um interrogatório pouco mais souberam, a única coisa que descobriram foi que a dama de lilás tivera tido um amante, que elas não se falavam muito e que a irmã da dama de lilás tinha tido um filho que entregara a uma família de camponeses e dois anos depois tinham lhe dito que ele se afogara num pântano.
Maigret foi tentar saber quanto dinheiro é que a dama de lilás tinha no banco e descobriu que ela tinha mais de 500000 dólares e que costumava fazer depósito de 5000 dólares quase regularmente.
Depois Maigret fez mais uns interrogatórios mas não tinha descoberto mais nada.
No dia seguinte a dama de lilás estava a ser enterrada e a sua irmã não se mostrava muito triste mas mostrava-se bastante assustada e quando Maigret lhe perguntou se iria ficar em Vichy mais dois dias ela disse que sim, mas estava muito atrapalhada. Já á tardinha quando Maigret lhe queria fazer mais um interrogatório ela já não estava no hotel tinha voltado para paris, então Maigret fez-lhe um telefonema e para lhe fazer algumas questões e perguntou-lhe porque é que ela tinha partido mais sedo e ela disse que recebeu uma chamada anónima de alguém que tinha falta de ar e que lhe perguntara se ela se queria encontrar com ele pois ele iria dar-lhe muito dinheiro, e fugiu desesperada pensando que aquele era o assassino.
Maigret com as pistas que o assassino era alguém forte, alto, e que em princípio teria asma mandou todos os seus homens vigiar todas as cabines telefónicas para tentarem caçar o assassino.
No dia seguinte em principio o assassino era um Senhor que correspondia ás características e pouco tempo depois fizeram-lhe um interrogatório e o ele tinha confessado, explicou que a dama de lilás lhe dissera que tinha tido um filho dele e acreditou nela porque ela até lhe tinha enviado uma certidão de nascimento mas essa certidão de nascimento era do filho que a irmã da dama de lilás tivera. O homem sendo enganado queria ver o seu filho mas a dama de lilás só o deixava ver quando ele teve-se 21 anos e até essa data mandara sempre dinheiro para o rapaz que tinha morrido no pântano e a dama de lilás recebera o dinheiro e acumulara-o dizendo que ele iria ver o seu filho. Mas quando já tinham passado os 21 anos ele queria ver o seu filho e quando foi á casa da dama de lilás, procurou a certidão de nascimento e fotografias do seu filho mas só via fotografias dela e só havia uma cama e nesse momento ele foi surpreendido pele dama de lilás e achando que ela lhe mentira desde o inicio amarrou-a pelo pescoço e matou-a.
Então Maigret levou o assassino para a prisão e a irmã da dama de lilás foi com ele.
Trabalho realizado por : Bruno Sousa
Nº5 T: 7º4
sábado, 6 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Resumo do livro: «Uma Ilha de Sonho» de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Estavam no castelo o Orlando, a Ana e o João. Orlando era um dos cientistas que inventaram as máquinas do tempo. Os três iam fazer a quarta viagem no tempo. A Ana e o João queriam saber para onde iam mas Orlando não respondia e levou-os para uma sala nova. Era um grande banquete. Mas haviam quatro cadeiras...
Sentaram-se à mesa, e de repente surgiu na cadeira a convidada de Orlando que se chamava Misserfal. Ela era uma amiga cientista de Orlando. Orlando disse ao Joaão e à Ana que Misserfal era do século XXIII. Miserfal contou ao João e à Ana que iam viajar para a época dos descobrimentos. Entretanto o Orlando e a Misserfal foram conversar em particular.
A Ana e o João ficaram sozinhos bastante tempo até que adormeceram. O João ouviu a porta a bater com estrondo e acordou. A Ana e o João foram à cave procurar o Orlando, mas quando lá chegaram encontraram bolhas de ar, mas elas não rebentavam. Mais adiante encontraram roupas de nobres e vestiram-nas. E como não tinham espelhos foram a frente das bolhas, entretanto desiquilibraram-se e foram para dentro de uma bolha que os levou para algum lugar...
Ana e João não conseguiram abrir os olhos e ouviram uma ovelha... Até que, passado algum tempo acordaram num barco que estava baloiçando muito. Uma ovelha ao mar e então parou de chover e o mar ficou calmo. Quando chegaram à Terra, Ana chorou de medo, de susto, de alívio e de espanto.
Alguém lhes disse que tinham ido parar à ilha da Madeira no Machicho. Um senhor chamado Álvaro que era criado de D. Gonçalo Aires. Álvaro tratou-os como reis porque pensava que eram ricos por causa das roupas que usavam.
Passaram o dia no Machicho. Ana adormeceu enquanto Álvaro contava a João que era um descobridor e algumas das suas fantásticas aventuras. Mais ou menos a meio da história Ana estava cheia de largatixas verdes e sacudiu-se. Juntou-se para o pé do Álvaro e do João... Álvaro convidou-os para ficarem na casa de Tristão Vaz Teixeira.
A casa de Tristão Vaz era surpreendente. Vivia com a mulher e com os seus doze filhos. A mulher que se chamava Dona Branca Teixeira convidou-os para ficarem na sua casa. Foram para uma sala onde estavam as suas filhas mais velhas a fiar e a tecelar, mas a Catarina não estava porque tinha ido namorar ás escondidas... Chegou a hora do jantar e o Lançarote ofereceu um cavalo à Ana. Ela já não se preocupava em voltar ao século XX depois de conhecer o Lançarote.
Na casa da Dona Branca dormiam as oito filhas só em duas camas, mas tinha uma cozinha enorme e muitas salas. Ficaram admirados porque a Ana e o João dormiam com os cintos. Ana e João descobriram que o aparelho que lhes permitia viajar vinha cosido dentro dos cintos. Adormeceram e de madrugada ouviram um uivo pavoroso. Mas não podia ser lobos porque nesta ilha não os havia...
Ninguém descobriu nada, os ruídos desapareceram sem deixar rasto. Ana, João e Diogo preparavam-se para ir com Álvaro. Pelo caminho Álvaro perguntou a Diogo a verdade sobre si. Diogo demorou algum tempo, mas acabou por dizer que fugiu à justiça porque foi acusado de um roubo, mas dizia estar inocente. E afinal Diogo não era sapateiro, mentiu para que o aceitassem. Pensaram numa desculpa para a razão de Diogo estar com eles e decidiram dizer que ele foi para fazer fortuna. Iam em direcção ao mar. E ouviram alguém a chamar pela Grimanesa.
Era o Frei Gaspar a chamar pelas duas primas Grimanesa e Esmeralda. Também ouviram aqui aquele uivo de madrugada, mas também havia um clarão arroxeado no meio da mata. Foram convidados por Gaspar para irem com eles à casa da mãe das duas primas. Nesta época o açucar era novidade. Eles passaram pelas canas e havia muitos fios de ratos pendurados. Mas de repente alguém pedia ajuda poeque um peixe-agulha com mais de quatro metros destruíra o barco dos pescadores. Diogo ofereceu-se para o concertar.
Mas Diogo não podia concertar o barco de noite então foram para casa. Estavam todos muito alegres e divertidos. Mas entretanto chegou João Gonçalves Zarco que só tinha um olho, perdeu-o a combater os mouros. Ele vinha para conversar com Tristáo Vaz mas ele estava em Ponta Delgada. Foram todos dormir.
Ana acordou muito tarde. Diogo concertou o barco pouco antes do meio-dia e foi aí que Ana acordou. O João escreveu numa árvore: «João ama Esmeralda» e Ana viu e ficou furiosa. Passado algum tempo João escreveu num cilindro:«João ama Grimanesa». Então é que Ana ficou mesmo zangada. Entretanto ouviram uma conversa, que Lançarote queria casar com Ana, mas diziam-lhe que não era possível. Então Ana sentia-se tratada como uma encomenda.
Foram todos para o Funchal de barco, pois João Gonçalves Zarco receava desencontrar-se de Tristão Vaz. Pela viagem viram um morro totalmente queimado. Zarco explicou que quando lá chegaram a terra estava coberta de árvores tão grossas que era impossível cortá-las por isso mandou atear fogo. Chegaram à casa de Zarco onde estava muita gente a gritar, mas quando lá chegaram calaram-se todos. Entretanto chegou Gonçalo Aires que vinha ajudar. De repente entraram os primos verdadeiros. Ana e João iam ser descobertos e Álvaro chamou-os de mentirosos.
Todos pensavam que tinham sido eles a incendiar os cultivos. Pediram explicações sobre quem eram e o que estavam a fazer na ilha, mas nenhum deles falou. Álvaro disse que não sabia quem era o outro e que esse dizia chamar-se Diogo de Lagos. Atiraram com eles para um compartimento escuro e fecharam-nos à chave.
Demoraram pouco tempo a descobrir que estavam na adega. Diogo de Lagos estava bêbedo. Ana e João tentavam arranjar uma maneira de sair dali. De repente apareceu Misserfal que os levou. Orlando também estava e contou-lhes que quem lançava aqueles raios era um amigo de Misserfal que estava doido e queria a ilha só para ele e queriam apanhá-lo. Apanharam-no e aplicaram um sedativo que o pôs a dormir.
Ana e João estavam com pena de Diogo e então foram ajudá-lo. Apareceram na adega e Diogo estava acordado e cheio de medo pensando que eram bruxos. Ana e João desapareceram e todos pensaram que tinha sido Diogo de Lagos com o seu bem a fazer desaparece-los. Então Diogo de Lagos ficou conhecido como o herói. Ana, João e Orlando voltaram para o século XX e Misserfal e o seu amigo voltaram para o século XXIII.
Cátia Fernandes Nº 8
7º4
Estavam no castelo o Orlando, a Ana e o João. Orlando era um dos cientistas que inventaram as máquinas do tempo. Os três iam fazer a quarta viagem no tempo. A Ana e o João queriam saber para onde iam mas Orlando não respondia e levou-os para uma sala nova. Era um grande banquete. Mas haviam quatro cadeiras...
Sentaram-se à mesa, e de repente surgiu na cadeira a convidada de Orlando que se chamava Misserfal. Ela era uma amiga cientista de Orlando. Orlando disse ao Joaão e à Ana que Misserfal era do século XXIII. Miserfal contou ao João e à Ana que iam viajar para a época dos descobrimentos. Entretanto o Orlando e a Misserfal foram conversar em particular.
A Ana e o João ficaram sozinhos bastante tempo até que adormeceram. O João ouviu a porta a bater com estrondo e acordou. A Ana e o João foram à cave procurar o Orlando, mas quando lá chegaram encontraram bolhas de ar, mas elas não rebentavam. Mais adiante encontraram roupas de nobres e vestiram-nas. E como não tinham espelhos foram a frente das bolhas, entretanto desiquilibraram-se e foram para dentro de uma bolha que os levou para algum lugar...
Ana e João não conseguiram abrir os olhos e ouviram uma ovelha... Até que, passado algum tempo acordaram num barco que estava baloiçando muito. Uma ovelha ao mar e então parou de chover e o mar ficou calmo. Quando chegaram à Terra, Ana chorou de medo, de susto, de alívio e de espanto.
Alguém lhes disse que tinham ido parar à ilha da Madeira no Machicho. Um senhor chamado Álvaro que era criado de D. Gonçalo Aires. Álvaro tratou-os como reis porque pensava que eram ricos por causa das roupas que usavam.
Passaram o dia no Machicho. Ana adormeceu enquanto Álvaro contava a João que era um descobridor e algumas das suas fantásticas aventuras. Mais ou menos a meio da história Ana estava cheia de largatixas verdes e sacudiu-se. Juntou-se para o pé do Álvaro e do João... Álvaro convidou-os para ficarem na casa de Tristão Vaz Teixeira.
A casa de Tristão Vaz era surpreendente. Vivia com a mulher e com os seus doze filhos. A mulher que se chamava Dona Branca Teixeira convidou-os para ficarem na sua casa. Foram para uma sala onde estavam as suas filhas mais velhas a fiar e a tecelar, mas a Catarina não estava porque tinha ido namorar ás escondidas... Chegou a hora do jantar e o Lançarote ofereceu um cavalo à Ana. Ela já não se preocupava em voltar ao século XX depois de conhecer o Lançarote.
Na casa da Dona Branca dormiam as oito filhas só em duas camas, mas tinha uma cozinha enorme e muitas salas. Ficaram admirados porque a Ana e o João dormiam com os cintos. Ana e João descobriram que o aparelho que lhes permitia viajar vinha cosido dentro dos cintos. Adormeceram e de madrugada ouviram um uivo pavoroso. Mas não podia ser lobos porque nesta ilha não os havia...
Ninguém descobriu nada, os ruídos desapareceram sem deixar rasto. Ana, João e Diogo preparavam-se para ir com Álvaro. Pelo caminho Álvaro perguntou a Diogo a verdade sobre si. Diogo demorou algum tempo, mas acabou por dizer que fugiu à justiça porque foi acusado de um roubo, mas dizia estar inocente. E afinal Diogo não era sapateiro, mentiu para que o aceitassem. Pensaram numa desculpa para a razão de Diogo estar com eles e decidiram dizer que ele foi para fazer fortuna. Iam em direcção ao mar. E ouviram alguém a chamar pela Grimanesa.
Era o Frei Gaspar a chamar pelas duas primas Grimanesa e Esmeralda. Também ouviram aqui aquele uivo de madrugada, mas também havia um clarão arroxeado no meio da mata. Foram convidados por Gaspar para irem com eles à casa da mãe das duas primas. Nesta época o açucar era novidade. Eles passaram pelas canas e havia muitos fios de ratos pendurados. Mas de repente alguém pedia ajuda poeque um peixe-agulha com mais de quatro metros destruíra o barco dos pescadores. Diogo ofereceu-se para o concertar.
Mas Diogo não podia concertar o barco de noite então foram para casa. Estavam todos muito alegres e divertidos. Mas entretanto chegou João Gonçalves Zarco que só tinha um olho, perdeu-o a combater os mouros. Ele vinha para conversar com Tristáo Vaz mas ele estava em Ponta Delgada. Foram todos dormir.
Ana acordou muito tarde. Diogo concertou o barco pouco antes do meio-dia e foi aí que Ana acordou. O João escreveu numa árvore: «João ama Esmeralda» e Ana viu e ficou furiosa. Passado algum tempo João escreveu num cilindro:«João ama Grimanesa». Então é que Ana ficou mesmo zangada. Entretanto ouviram uma conversa, que Lançarote queria casar com Ana, mas diziam-lhe que não era possível. Então Ana sentia-se tratada como uma encomenda.
Foram todos para o Funchal de barco, pois João Gonçalves Zarco receava desencontrar-se de Tristão Vaz. Pela viagem viram um morro totalmente queimado. Zarco explicou que quando lá chegaram a terra estava coberta de árvores tão grossas que era impossível cortá-las por isso mandou atear fogo. Chegaram à casa de Zarco onde estava muita gente a gritar, mas quando lá chegaram calaram-se todos. Entretanto chegou Gonçalo Aires que vinha ajudar. De repente entraram os primos verdadeiros. Ana e João iam ser descobertos e Álvaro chamou-os de mentirosos.
Todos pensavam que tinham sido eles a incendiar os cultivos. Pediram explicações sobre quem eram e o que estavam a fazer na ilha, mas nenhum deles falou. Álvaro disse que não sabia quem era o outro e que esse dizia chamar-se Diogo de Lagos. Atiraram com eles para um compartimento escuro e fecharam-nos à chave.
Demoraram pouco tempo a descobrir que estavam na adega. Diogo de Lagos estava bêbedo. Ana e João tentavam arranjar uma maneira de sair dali. De repente apareceu Misserfal que os levou. Orlando também estava e contou-lhes que quem lançava aqueles raios era um amigo de Misserfal que estava doido e queria a ilha só para ele e queriam apanhá-lo. Apanharam-no e aplicaram um sedativo que o pôs a dormir.
Ana e João estavam com pena de Diogo e então foram ajudá-lo. Apareceram na adega e Diogo estava acordado e cheio de medo pensando que eram bruxos. Ana e João desapareceram e todos pensaram que tinha sido Diogo de Lagos com o seu bem a fazer desaparece-los. Então Diogo de Lagos ficou conhecido como o herói. Ana, João e Orlando voltaram para o século XX e Misserfal e o seu amigo voltaram para o século XXIII.
Cátia Fernandes Nº 8
7º4
Resumo do livro”Uma Aventura no Carnaval”
As personagens são Teresa, Luisa e Caracol, Pedro, João e Faial e o Chico. A historia começa os alunos pedem os pontos. A STôra só os da no fim da aula. Vocês andam a se portar muito mal. Mas hoje ainda não fizemos nada. A Sara era um problema. A Sara era a única aluna nova da turma. Ela tinha uma televisão de bolso. Eles perguntaram onde ela tinha arranjado aquilo. Foi o meu pai que trouxe do Japão. A sara pediu desculpa a STôra. É que estava na hora do telejornal da manhã. Os colegas desataram-se a rir. Esta rapariga é de mais. Até gosta de ver o telejornal. Ela gostava tanto que na aula de matemática esta a ver o telejornal ou telenovela. O ginásio era o espaço preferido de quase todos. Na aula de educação física, o Chico era uma espécie de rei o melhor de campeão toda a gente queria a sua pois onde estivesse ganhava. O Chico esta manhã furioso. O stôr exigia que a Sara fizesse parte sua equipa porque ela jogava pessimamente. A Sara magoa-se no pé direito. O Chico disse ao stôr que a culpa era dele. Mandava jogar uma pita choca como o resultado estava a vista. Disse que o volei não era para fracalhotes. O stôr disse já que és tão forte, fazes o favor pegas na tua colega e leva-la ao gabinete médico. Ele pega-a no colo e leva-a. Os colegas não resista a rir e a gozar. – Que lindo parzinho! – Vão para a lua-de-mel? Êêêê! Mais tarde a Sara convida a todos para ir a festa de carnaval. As gemias pedem a mãe para deixar ir a festa de carnaval. A disse-lhes que elas não podiam ir. O Pedro também pediu a sua mãe a também não deixou. Felizmente tudo se resolve, com a ajuda da avó do João. As gemias mascaradas de astronautas, o João de zorro, o Pedro de médico, e o Chico de palhaço. Depois a Luísa estava especada a olhar para um homem que se movia de forma diferente. A Teresa aproxima-se dele disfarçadamente e comprova o que a irmã lhe dizia. A Sara disse-lhes que ia haver um concurso de máscaras. Os homens foram raptar a sara e as gémeas também foram raptadas. Quando acordaram cheirava a estrume parecia uma vacaria. A sara mais tarde eles levaram-na lá. Ela estive a contar que tinham sido raptas. Eles queriam que o pai da sara lhes fizesse uma plástica para ninguém os reconhecesse. Um dos raptores foi lá para telefonar ao pai para lhe dizer que tinha sido raptada e que queria dinheiro . Mais adiante o Pedro tive uma ideia fazer as notas em papel de jornal. Eles pegaram nele e levaram-no e foram atrás dos raptores . Quando chegaram a vacaria estava a arder os bombeiros já estavam lá e a policia . Assim os raptores foram presos.
Nuno Rafael da silva Fernandes. Nº 22 turma 7º4
Nuno Rafael da silva Fernandes. Nº 22 turma 7º4
domingo, 31 de maio de 2009
O Rapaz Do Pijama Às Riscas
Bruno, um rapaz de 9 anos morava em Berlim. Certo dia chegou a casa depois da escola e, ficou surpreendido ao ver Maria, a criada, a mexer nas suas coisas, que eram dele e não diziam respeito a mais ninguém. Bruno perguntou educadamente a Maria o que se estava a passar, ela limitou-se apenas a dizer que eram ordens da mãe. Bruno foi perguntar á sua mãe porque é que Maria estava a mexer nas suas coisas, ela de imediato respondeu que essa era uma pergunta para mais tarde e ordenou a Bruno que fosse ajudar Maria. Bruno a princípio pensou que estava a ser posto fora de casa, mas não se lembrava de ter feito alguma asneira. Depois, a sua mãe explicou-lhe que iam mudar-se para outra cidade da Alemanha e que tudo isto ia acontecer devido ao emprego do pai. Bruno sentia-se triste por deixar os seus três melhores amigos para toda a vida (jurava ele) Karl, Daniel e Martin. Também teria de deixar para trás a grande casa de Berlim que tinha cinco andares a contar com a cave, no cimo havia um quartinho onde podia ver Berlim de uma ponta a outra, apenas se se pusesse em biquinhos de pés.
Quando Bruno viu a sua casa nova pela primeira vez não queria acreditar que iria viver ali, naquela casa tudo era o oposto da outra. A casa nova erguia-se num lugar sozinho sem qualquer casa por perto.
A irmã de Bruno, Gretel, era um «Caso Perdido». O senhor que lhes vendeu a casa, no pensamento de Bruno, era uma pessoa vil. Então deu àquela localidade o nome de ACHO-VIL.
Junto à nova casa existia uma vedação que, era um campo de concentração NAZI. Bruno nada sabia sobre aquela vedação, apenas sabia que o pai passava a maior parte do dia no outro lado da barreira.
Certo dia Bruno comentou com a irmã o aspecto das pessoas que viviam do outro lado da vedação, e logo surgiram tantas ideias que acabou por gerar uma discussão entre eles, mas Bruno reparou que todas os habitantes daquele sítio era homens e rapazes. Todos tinham o cabelo rapado e usavam um chapéu e pijama às riscas.Um dia, Bruno tinha comichão na cabeça e disse á mãe. A mãe, depois de lhe examinar a cabeça concluiu que ele tinha piolhos, por isso teve de cortar o cabelo, ficou careca.
O sonho de Bruno era ser explorador. Por isso decidiu explorar a casa nova, mas não havia nada de interessante. Então determinou que ia explorar aquela vedação, ver até onde ia. Então nessa tarde andou, andou e… andou. Cansado, já de ter caminhado muitos metros, provavelmente quilómetros, sentou-se junto a uma árvore e olhou em frente. Via um pontinho. O pontinho transformou-se em pinta, depois em mancha, depois num vulto e depois num rapaz. Esse rapaz sentou-se junto da vedação e imobilizou-se a olhar para Bruno. Após algum tempo, Bruno decidiu quebrar o silêncio dizendo «olá». O rapaz apresentou-se (chamava-se Shmuel) e travaram uma bela amizade. Bruno e Shnuel prometeram que voltariam ali todos os dias para conversarem. Bruno de todas as vezes que lá ia, levava sempre uma fatia de sobremesa ou até mesmo um pedaço do almoço para Shmuel, pois este parecia-lhe com fome e muito mal tratado.
Certo dia Bruno perguntou qual a razão de ali só existir homens. Shmuel explicou-lhe que vivia na Polónia e um dia mudaram-se para a Alemanha. Certo dia chegou a casa e encontrou a mão a fazer braçadeiras com os símbolos dos judeus e com o dos nazis.
Depois meteram a sua família numa carruagem, homens num lado e mulheres noutro. A carruagem parou e foram todos metidos num camião que os trouxe para um campo de concentração NAZI.
Shmuel explicou que o pai tinha desaparecido. E Bruno ofereceu-se para ajudá-lo a encontrar o pai. Devido ás semelhanças com Shmuel, Bruno apenas teve vestir-se com um chapéu e um pijama igual ao de Shmuel. Quando entraram, foram encaminhados para uma sala de ferro, com um forte odor a gás. Bruno, Shmuel e alguns dos «habitantes» daquele campo morreram intoxicados. Nunca mais se soube nada sobre Bruno.
Diogo Gonçalves 7º5 nº5
Quando Bruno viu a sua casa nova pela primeira vez não queria acreditar que iria viver ali, naquela casa tudo era o oposto da outra. A casa nova erguia-se num lugar sozinho sem qualquer casa por perto.
A irmã de Bruno, Gretel, era um «Caso Perdido». O senhor que lhes vendeu a casa, no pensamento de Bruno, era uma pessoa vil. Então deu àquela localidade o nome de ACHO-VIL.
Junto à nova casa existia uma vedação que, era um campo de concentração NAZI. Bruno nada sabia sobre aquela vedação, apenas sabia que o pai passava a maior parte do dia no outro lado da barreira.
Certo dia Bruno comentou com a irmã o aspecto das pessoas que viviam do outro lado da vedação, e logo surgiram tantas ideias que acabou por gerar uma discussão entre eles, mas Bruno reparou que todas os habitantes daquele sítio era homens e rapazes. Todos tinham o cabelo rapado e usavam um chapéu e pijama às riscas.Um dia, Bruno tinha comichão na cabeça e disse á mãe. A mãe, depois de lhe examinar a cabeça concluiu que ele tinha piolhos, por isso teve de cortar o cabelo, ficou careca.
O sonho de Bruno era ser explorador. Por isso decidiu explorar a casa nova, mas não havia nada de interessante. Então determinou que ia explorar aquela vedação, ver até onde ia. Então nessa tarde andou, andou e… andou. Cansado, já de ter caminhado muitos metros, provavelmente quilómetros, sentou-se junto a uma árvore e olhou em frente. Via um pontinho. O pontinho transformou-se em pinta, depois em mancha, depois num vulto e depois num rapaz. Esse rapaz sentou-se junto da vedação e imobilizou-se a olhar para Bruno. Após algum tempo, Bruno decidiu quebrar o silêncio dizendo «olá». O rapaz apresentou-se (chamava-se Shmuel) e travaram uma bela amizade. Bruno e Shnuel prometeram que voltariam ali todos os dias para conversarem. Bruno de todas as vezes que lá ia, levava sempre uma fatia de sobremesa ou até mesmo um pedaço do almoço para Shmuel, pois este parecia-lhe com fome e muito mal tratado.
Certo dia Bruno perguntou qual a razão de ali só existir homens. Shmuel explicou-lhe que vivia na Polónia e um dia mudaram-se para a Alemanha. Certo dia chegou a casa e encontrou a mão a fazer braçadeiras com os símbolos dos judeus e com o dos nazis.
Depois meteram a sua família numa carruagem, homens num lado e mulheres noutro. A carruagem parou e foram todos metidos num camião que os trouxe para um campo de concentração NAZI.
Shmuel explicou que o pai tinha desaparecido. E Bruno ofereceu-se para ajudá-lo a encontrar o pai. Devido ás semelhanças com Shmuel, Bruno apenas teve vestir-se com um chapéu e um pijama igual ao de Shmuel. Quando entraram, foram encaminhados para uma sala de ferro, com um forte odor a gás. Bruno, Shmuel e alguns dos «habitantes» daquele campo morreram intoxicados. Nunca mais se soube nada sobre Bruno.
Diogo Gonçalves 7º5 nº5
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Os sete
E o telescópio
O Jaime marca uma reunião porque tinha uma surpresa para os sete.
No dia da reunião os seis estava á espera do Jaime que se tinha atrasado. Bateram á porta e o Pedro pediu a senha ele disse-a, mas não era o Jaime era a irmã Susana. Ela veiu dizer que o que o Jaime trazia era um telescópio e que o tio dele deu ao Jaime e a ela também, ficou combinado que a Susana podia usar o telescópio quando quisesse.
No dia seguinte a Joaninha estava a observar pelo telescópio um velho castelo que tinha muitas granjas, de repente era vê uma cara numa janela de uma pessoa no castelo, foi chamar o Pedro. Eles ficaram admirados pois aquele castelo estava em ruínas. O Pedro telefonou ou Jaime ele disse que iriam ao castelo no dia seguinte, mas a Susana e Binkie que era uma amiga da Susana ouvira tudo, o Jaime tinha se apercebido que elas tinham ouvido.
No dia seguinte os sete foram ao castelo .O Jaime verificou se as bicicleta da Susana e da Binkie estavam em casa, sim estavam. Eles chegaram lá e virão uma placa na direcção para o subterrâneo a dizer muito muito perigoso, eles sentaram se para comer uns biscoitos que as raparigas trouxeram e de repente ouvem gemidos e tiros os sete cheios de medo vieram embora. De manhã os sete marcam uma reunião e ouvem os mesmos barulhos, mas por trás desses barulhos ouvia se uns risinhos, os rapazes abriram a porta era a Susana e a Binkie que estavam a fazer esses barulhos.
A Susana e a Binkie foram ao castelo de autocarro e chegou lá e viram uma mulher a pintar o castelo a Susana disse a mulher que os sete tinham a visto pelo telescópio e pensaram que era um refugiado. Os sete firam furiosos. Mas a Susana e amiga tinham ido ao subterrâneo porque a placa estava escrita muito mal via se que fora alguém que a escreveu. Elas lá dentro viram muitos quadros enrolados e tintas.
De noite a Susana e a Binkie foram ver o castelo pelo telescópio e viram uma luz no castelo, elas ficam admiradas pois a mulher tinha dito que não dormia lá. A Susana diz ao Pedro mas ele não acredita, a Susana furiosa vai se embora. De manhã o Pedro vai buscar o telescópio para ver se via alguém no castelo mas o telescópio não estava lá, o Pedro telefonou ao Jaime e disse o que tinha acontecido eles pensaram que foi a Susana que o tirou mas não foi ela, ela como estava tão enervada por o Pedro não acreditar nela que se esqueceu de fechar a porta. Mas tarde eles chegam a conclusão que tinha sido a mulher do castelo para os sete não poderem ver o que ela fazia.
O Jaime, o Pedro, o Jorge e o Carlos foram ao castelo de noite e disseram as raparigas para ir buscar os minóculos do pai do Pedro se eles fizerem sinal com as lanternas muitas vezes era que estavam a correr perigo, e era para chamar o pai do Pedro. A joaninha foi pedir ao pai o minóculos e contou tudo. A mãe ao ouvir isso disse que tinha lido no jornal que roubaram os quadros muitos valiosos. O pai o jardineiro e o Matias foram logo paro o castelo. Os 4 rapazes estavam mesmo a correr perigo pois tinham sido apanhados. Os ladrões queriam os quadros mas os rapazes tinha dado um pontapé aos quadros pelo monte a baixo. Depois vem o toy pois eles não o deixaram vir mas o toy perseguiram os rapazes e depois vem o pai do Pedro o Matias e o jardineiro prendem os ladroes, os rapazes foram a procura dos quadros e encontraram.
Os rapazes estavam a contar o que tinha acontecido as raparigas já em casa e entra o pai do Pedro os sete perguntam pelo telescópio os ladroes disseram que o tinham deitado ao rio. Mas os sete receberam uma recompensa pelos quadros assim podiam comprar outro telescópio e ainda sobrava.
Catarina nº 7
E o telescópio
O Jaime marca uma reunião porque tinha uma surpresa para os sete.
No dia da reunião os seis estava á espera do Jaime que se tinha atrasado. Bateram á porta e o Pedro pediu a senha ele disse-a, mas não era o Jaime era a irmã Susana. Ela veiu dizer que o que o Jaime trazia era um telescópio e que o tio dele deu ao Jaime e a ela também, ficou combinado que a Susana podia usar o telescópio quando quisesse.
No dia seguinte a Joaninha estava a observar pelo telescópio um velho castelo que tinha muitas granjas, de repente era vê uma cara numa janela de uma pessoa no castelo, foi chamar o Pedro. Eles ficaram admirados pois aquele castelo estava em ruínas. O Pedro telefonou ou Jaime ele disse que iriam ao castelo no dia seguinte, mas a Susana e Binkie que era uma amiga da Susana ouvira tudo, o Jaime tinha se apercebido que elas tinham ouvido.
No dia seguinte os sete foram ao castelo .O Jaime verificou se as bicicleta da Susana e da Binkie estavam em casa, sim estavam. Eles chegaram lá e virão uma placa na direcção para o subterrâneo a dizer muito muito perigoso, eles sentaram se para comer uns biscoitos que as raparigas trouxeram e de repente ouvem gemidos e tiros os sete cheios de medo vieram embora. De manhã os sete marcam uma reunião e ouvem os mesmos barulhos, mas por trás desses barulhos ouvia se uns risinhos, os rapazes abriram a porta era a Susana e a Binkie que estavam a fazer esses barulhos.
A Susana e a Binkie foram ao castelo de autocarro e chegou lá e viram uma mulher a pintar o castelo a Susana disse a mulher que os sete tinham a visto pelo telescópio e pensaram que era um refugiado. Os sete firam furiosos. Mas a Susana e amiga tinham ido ao subterrâneo porque a placa estava escrita muito mal via se que fora alguém que a escreveu. Elas lá dentro viram muitos quadros enrolados e tintas.
De noite a Susana e a Binkie foram ver o castelo pelo telescópio e viram uma luz no castelo, elas ficam admiradas pois a mulher tinha dito que não dormia lá. A Susana diz ao Pedro mas ele não acredita, a Susana furiosa vai se embora. De manhã o Pedro vai buscar o telescópio para ver se via alguém no castelo mas o telescópio não estava lá, o Pedro telefonou ao Jaime e disse o que tinha acontecido eles pensaram que foi a Susana que o tirou mas não foi ela, ela como estava tão enervada por o Pedro não acreditar nela que se esqueceu de fechar a porta. Mas tarde eles chegam a conclusão que tinha sido a mulher do castelo para os sete não poderem ver o que ela fazia.
O Jaime, o Pedro, o Jorge e o Carlos foram ao castelo de noite e disseram as raparigas para ir buscar os minóculos do pai do Pedro se eles fizerem sinal com as lanternas muitas vezes era que estavam a correr perigo, e era para chamar o pai do Pedro. A joaninha foi pedir ao pai o minóculos e contou tudo. A mãe ao ouvir isso disse que tinha lido no jornal que roubaram os quadros muitos valiosos. O pai o jardineiro e o Matias foram logo paro o castelo. Os 4 rapazes estavam mesmo a correr perigo pois tinham sido apanhados. Os ladrões queriam os quadros mas os rapazes tinha dado um pontapé aos quadros pelo monte a baixo. Depois vem o toy pois eles não o deixaram vir mas o toy perseguiram os rapazes e depois vem o pai do Pedro o Matias e o jardineiro prendem os ladroes, os rapazes foram a procura dos quadros e encontraram.
Os rapazes estavam a contar o que tinha acontecido as raparigas já em casa e entra o pai do Pedro os sete perguntam pelo telescópio os ladroes disseram que o tinham deitado ao rio. Mas os sete receberam uma recompensa pelos quadros assim podiam comprar outro telescópio e ainda sobrava.
Catarina nº 7
quinta-feira, 26 de março de 2009
Parabens Rita
Parabens Rita!
Na manhã em que Rita fez quinze anos, um homen foi a sua casa e ofereceu-lhe um quadro com uma fotografia. Quando a mãe da Rita chegou ela mostrou-lhe o quadro. O quadro tinha afotografia de um bébe no colo de um homem.A mãe pedio-lhe que chama-se o seu pai. A mãe da Rita ficou muito preocupada e a Rita não sabia porquê. A Rita perguntou quem era esse homem e porque razão tinha oferecido aquele quadro. O pai explicou que aquele homem era um amigo dele, que tinha viajado e talves tive-se regressado.
Desde esse dia os pais só a deichavam sair de casa para ir para a escola.
Um dia quando estava a sair da escola apareceu-lhe novamente aquele homam. Ele pediu-lhe para falar com ela. A Rita queria dizer que não mas não conseguiu. Entrou no carro e foram até perto da casa do homem. O homem disse que era difissil falar nesse assunto.
Ele começou por dizer o seu pai. Ele explicou que algum tempo depois de ela nascer. Ele e a Paula ido sair e quando estavam a voltar, para casa um assidente de automovel. Ele só ficou ferido mas inflismente a Paula não sobreviveu.
A Rita sem querer acreditar voltou para casa e disse que já sabia toda a verdade.
No dia seguinte a Rita foi viver para casa da tia Rute.E no outro dia que estava de regresso a casa não sabia se haveria de ir para casa do pai, pu para a casa da tia Rute ou para casa da Irene. Apetecia-lhe que fo-se o tacxista a escolher.
Tânia Filipa Barros da Silva nº28 7º4
Na manhã em que Rita fez quinze anos, um homen foi a sua casa e ofereceu-lhe um quadro com uma fotografia. Quando a mãe da Rita chegou ela mostrou-lhe o quadro. O quadro tinha afotografia de um bébe no colo de um homem.A mãe pedio-lhe que chama-se o seu pai. A mãe da Rita ficou muito preocupada e a Rita não sabia porquê. A Rita perguntou quem era esse homem e porque razão tinha oferecido aquele quadro. O pai explicou que aquele homem era um amigo dele, que tinha viajado e talves tive-se regressado.
Desde esse dia os pais só a deichavam sair de casa para ir para a escola.
Um dia quando estava a sair da escola apareceu-lhe novamente aquele homam. Ele pediu-lhe para falar com ela. A Rita queria dizer que não mas não conseguiu. Entrou no carro e foram até perto da casa do homem. O homem disse que era difissil falar nesse assunto.
Ele começou por dizer o seu pai. Ele explicou que algum tempo depois de ela nascer. Ele e a Paula ido sair e quando estavam a voltar, para casa um assidente de automovel. Ele só ficou ferido mas inflismente a Paula não sobreviveu.
A Rita sem querer acreditar voltou para casa e disse que já sabia toda a verdade.
No dia seguinte a Rita foi viver para casa da tia Rute.E no outro dia que estava de regresso a casa não sabia se haveria de ir para casa do pai, pu para a casa da tia Rute ou para casa da Irene. Apetecia-lhe que fo-se o tacxista a escolher.
Tânia Filipa Barros da Silva nº28 7º4
quarta-feira, 25 de março de 2009
O caso do melro falante
Um dia, o bando dos quatro, o Carlos, a Catarina, o Álvaro e o Frederico estavam na escola, o professor Raquilho tinha ido lá, era um grande cientista era o fundador do Instituto de Ciências Aplicadas.
Quando a aula terminou eles foram dar uma volta, mas o Álvaro não ia com eles, pois era mais novo e não andava na mesma escola que eles, decidiram ir ao novo jardim de Vila Rica, pararam em frente a uma árvore, a observar os melros, de repente um melro para mesmo á beira deles e começou a falar com eles, mas fui logo embora, eles ficaram abismados, foram logo disser ao tio João, mas ele não acreditou neles.
No dia seguinte voltaram ao jardim, mas desta vez foram com o Álvaro, encontraram o melro outra vez, mas desta vez o melro anunciou acidentes que iam acontecer em Vila Rica, passado alguns dias esses acidentes aconteceram mesmo.
A próxima vez que foram lá, levaram o tio João, quando chegaram lá, esperaram um bocadinho, até o melro aparecer, quando ele apareceu e começou a falar, o tio João ficou espantado, de repente o melro ficou muito esquisito e começou a voar, mas com muita dificuldade, e eles conseguiram segui-lo, mas chegou a um sítio que tinha um muro alto, ele passou por ele, mas caiu em pique para o outro lado, o Carlos subiu acima de uma árvore e descobriu que o melro era uma maquina, aquele sítio era o Instituto de Ciências Aplicadas, fundada pelo professor Raquilho.
No dia seguinte o tio João recebeu um convite para ir a uma exposição no Instituto de Ciências Aplicadas, aquela era uma boa oportunidade.
No dia seguinte, á noite foram lá, estava lá muita gente, quando todos estavam ocupados, a ver a exposição, eles foram percorrer o Instituto de Ciências Aplicadas, entraram numa sala, onde tinha muitos melros empacotados, eram todos maquinas, o melro começou a cantar, veio logo o professor Raquilho e o tio João, para ver o que se passava, eles vieram logo a correr cá para fora, mas eles já estavam lá, eles conseguiram-se daquela e vieram logo para casa.
De manhã vieram dar uma, quando de repente uma carrinha para em frente a eles, agarraram-nos e meteram-nos dentro da carrinha, a carrinha começou a andar com toda a velocidade.
Quando parou, pegaram neles e meteram-nos numa sala muito fria e trancaram-na, passaram cinco minutos, a porta abriu-se, também tinham apanhado o tio João e meteram-no lá dentro também, eles tinham que arranjar uma solução para se livrarem daquela situação, tinha lá um espelho, e o tio João descobriu que era espelho de um lado e do outro lado eles conseguiam ver tudo o que eles que faziam, também tinha lá microfones, portanto eles também não podiam falar, tinha lá uns caixotes, a Catarina teve uma ideia, pegavam num caixote e partiam o espelho e assim passavam para o outro lado, então eles fizeram isso, pegaram no caixote e partiram o espelho, por sorte o caixote acertou no homem que estava do outro lado e derrubou-o, e foi assim que eles se safaram daquele sarilho e os homens foram presos incluindo o professor Raquilho.
Quando a aula terminou eles foram dar uma volta, mas o Álvaro não ia com eles, pois era mais novo e não andava na mesma escola que eles, decidiram ir ao novo jardim de Vila Rica, pararam em frente a uma árvore, a observar os melros, de repente um melro para mesmo á beira deles e começou a falar com eles, mas fui logo embora, eles ficaram abismados, foram logo disser ao tio João, mas ele não acreditou neles.
No dia seguinte voltaram ao jardim, mas desta vez foram com o Álvaro, encontraram o melro outra vez, mas desta vez o melro anunciou acidentes que iam acontecer em Vila Rica, passado alguns dias esses acidentes aconteceram mesmo.
A próxima vez que foram lá, levaram o tio João, quando chegaram lá, esperaram um bocadinho, até o melro aparecer, quando ele apareceu e começou a falar, o tio João ficou espantado, de repente o melro ficou muito esquisito e começou a voar, mas com muita dificuldade, e eles conseguiram segui-lo, mas chegou a um sítio que tinha um muro alto, ele passou por ele, mas caiu em pique para o outro lado, o Carlos subiu acima de uma árvore e descobriu que o melro era uma maquina, aquele sítio era o Instituto de Ciências Aplicadas, fundada pelo professor Raquilho.
No dia seguinte o tio João recebeu um convite para ir a uma exposição no Instituto de Ciências Aplicadas, aquela era uma boa oportunidade.
No dia seguinte, á noite foram lá, estava lá muita gente, quando todos estavam ocupados, a ver a exposição, eles foram percorrer o Instituto de Ciências Aplicadas, entraram numa sala, onde tinha muitos melros empacotados, eram todos maquinas, o melro começou a cantar, veio logo o professor Raquilho e o tio João, para ver o que se passava, eles vieram logo a correr cá para fora, mas eles já estavam lá, eles conseguiram-se daquela e vieram logo para casa.
De manhã vieram dar uma, quando de repente uma carrinha para em frente a eles, agarraram-nos e meteram-nos dentro da carrinha, a carrinha começou a andar com toda a velocidade.
Quando parou, pegaram neles e meteram-nos numa sala muito fria e trancaram-na, passaram cinco minutos, a porta abriu-se, também tinham apanhado o tio João e meteram-no lá dentro também, eles tinham que arranjar uma solução para se livrarem daquela situação, tinha lá um espelho, e o tio João descobriu que era espelho de um lado e do outro lado eles conseguiam ver tudo o que eles que faziam, também tinha lá microfones, portanto eles também não podiam falar, tinha lá uns caixotes, a Catarina teve uma ideia, pegavam num caixote e partiam o espelho e assim passavam para o outro lado, então eles fizeram isso, pegaram no caixote e partiram o espelho, por sorte o caixote acertou no homem que estava do outro lado e derrubou-o, e foi assim que eles se safaram daquele sarilho e os homens foram presos incluindo o professor Raquilho.
O morto contente
Era uma vez um rapaz, o Joel que foi ter com o seu amigo Jorge que estava a trabalhar numa loja de filmes. De repente apareceu um rapaz que o obrigou, a por um filme que ele tanto insistia em ver e pegou, numa pistola, o Jorge pôs o filme, mas antes pegou no telemóvel do Joel e disse que no fim o devolvia, mas o rapaz foi-se embora sem lhe entregar o telemóvel, a sorte e que o rapaz lhes tinha dito onde vivia, no Bairro da Babilónia, ajudava o avô numa barbearia.
No dia seguinte o Joel apanhou, um autocarro para o Bairro da Babilónia, quando lá chegou foi procurar a barbearia onde, ele ajudava o avô.
Chegou lá, estava o Ricardo o rapaz que lhes tinha apontado a pistola no dia anterior, em cima de uma escada a cortar o cabelo a um velhote, ele veio e entregou-lhe logo o telemóvel.
O Ricardo disse-lhe que tinha duas sombras, quando tinha duas sombras tornava-se um rapaz, muito cruel e muito mau, quando só tinha uma era um rapaz muito bom, ajudava as pessoas.
Também lhe disse que de noite sonhava, que tinha à beira dele um morto , que sorria permanentemente , uma espécie de morto contente , ele tinha um caderno que um dia um senhor , lhe tinha dado , esse caderno tinha marcado um calendário com doze dias , nesses dias as coisas podiam acontecer, havia uma associação que no décimo segundo dia podia salvar o Ricardo de morrer , o Ricardo era o sétimo filho , os outros seis , já tinham morrido de uma maneira muito esquisita.
Chegou o décimo segundo dia, o dia em que o Ricardo podia ser salvo, mas para isso tinham que matar o morto contente.
Aproximava-se a noite, a associação estava a preparar um vírus, para matarem o morto.
No fim passaram o vírus para uma vacina e aproximaram-se do morto contente e espetaram-lhe a vacina mesmo no braço, passado uns minutos o morto perdeu aquele sorriso e acabou por morrer. O Ricardo suspirou de alívio, pois a sua vida foi salva.
No dia seguinte o Joel apanhou, um autocarro para o Bairro da Babilónia, quando lá chegou foi procurar a barbearia onde, ele ajudava o avô.
Chegou lá, estava o Ricardo o rapaz que lhes tinha apontado a pistola no dia anterior, em cima de uma escada a cortar o cabelo a um velhote, ele veio e entregou-lhe logo o telemóvel.
O Ricardo disse-lhe que tinha duas sombras, quando tinha duas sombras tornava-se um rapaz, muito cruel e muito mau, quando só tinha uma era um rapaz muito bom, ajudava as pessoas.
Também lhe disse que de noite sonhava, que tinha à beira dele um morto , que sorria permanentemente , uma espécie de morto contente , ele tinha um caderno que um dia um senhor , lhe tinha dado , esse caderno tinha marcado um calendário com doze dias , nesses dias as coisas podiam acontecer, havia uma associação que no décimo segundo dia podia salvar o Ricardo de morrer , o Ricardo era o sétimo filho , os outros seis , já tinham morrido de uma maneira muito esquisita.
Chegou o décimo segundo dia, o dia em que o Ricardo podia ser salvo, mas para isso tinham que matar o morto contente.
Aproximava-se a noite, a associação estava a preparar um vírus, para matarem o morto.
No fim passaram o vírus para uma vacina e aproximaram-se do morto contente e espetaram-lhe a vacina mesmo no braço, passado uns minutos o morto perdeu aquele sorriso e acabou por morrer. O Ricardo suspirou de alívio, pois a sua vida foi salva.
O Rapaz de Bronze
Era uma vez um jardim onde de noite era quando as plantas ganhavam vida. Os gladíolos estavam na moda e eram as flores mais colhidas. Certo dia, nasceu um gladíolo que ficou muito contente por saber que ia ser colhido. Mas ele ouviu a dona da casa a dizer ao jardineiro para não colher mais gladíolos porque já estava farta de gladíolos e também faziam falta ao jardim. Então foi quando o gladíolo decidiu organizar uma festa para não ficar triste. Ele tinha de pedir autorização ao rapaz de bronze que era o dono do jardim durante a noite. Ele autorizou a festa e o gladíolo convidou todas as flores. Mas alguns dias antes da festa eles pensaram que como as pessoas punham as flores nas jarras, eles tinham de fazer o inverso, por uma pessoa na jarra. Então eles decidiram que ia ser Florinda, uma menina de sete anos que era a filha do jardineiro a ficar na jarra na noite da festa.
Na noite da festa, o rapaz de bronze foi ao quarto de Florinda perguntar-lhe se queria ir a uma festa. Ela ficou surpreendida por uma estátua estar a falar com ela, mas aceitou. Quando ela chegou à festa nem queria acreditar no que estava a ver mas o Rapaz de Bronze disse para ela se sentar na jarra e começou a contar como é que eles ganhavam a vida.
No dia seguinte, quando a menina foi para a escola, contou às amigas da festa maravilhosa mas elas não acreditaram e disseram que ela tinha sonhado. Então ela também pensava que tinha sonhado.
Passaram muitos anos. Quando a Florinda tinha quinze anos, o pai dela pediu-lhe para ir levar ovos a casa da cozinheira. Já era de noite quando ela vinha para casa. O rapaz de bronze veio ter com ela e perguntou-lhe se ainda se lembrava dele e se se lembrava da festa. Ela disse que sim, os dois deram as mãos e foram assim a andar pelo jardim.
Na noite da festa, o rapaz de bronze foi ao quarto de Florinda perguntar-lhe se queria ir a uma festa. Ela ficou surpreendida por uma estátua estar a falar com ela, mas aceitou. Quando ela chegou à festa nem queria acreditar no que estava a ver mas o Rapaz de Bronze disse para ela se sentar na jarra e começou a contar como é que eles ganhavam a vida.
No dia seguinte, quando a menina foi para a escola, contou às amigas da festa maravilhosa mas elas não acreditaram e disseram que ela tinha sonhado. Então ela também pensava que tinha sonhado.
Passaram muitos anos. Quando a Florinda tinha quinze anos, o pai dela pediu-lhe para ir levar ovos a casa da cozinheira. Já era de noite quando ela vinha para casa. O rapaz de bronze veio ter com ela e perguntou-lhe se ainda se lembrava dele e se se lembrava da festa. Ela disse que sim, os dois deram as mãos e foram assim a andar pelo jardim.
O Pássaro de Fogo
Era uma vez um pássaro que parecia feito de fogo por ter cor vermelha. Era vaidoso e sentia prazer em que o vissem voar no céu parecendo formar uma nuvem incendiada.
Muitos pensavam que era uma bola de fogo, que um dia acabaria por cair. Eram raros os que admiravam a sua beleza, traçando desenhos rubros no ar.
A sua diferença tornava-o solitário. Todas as aves fugiam dele porque a sua beleza estranha era uma grande ameaça para todas elas. Andava muitas vezes esfomeado e ninguém que o visse passar poderia imaginar o que ele passava.
Um dia descobriu de lá cima um monte todo escalvado porque tinha havido um grande incêndio. A mata que era grande ardera durante dias e dias. No final do incêndio cortaram com grandes serras os troncos ainda fumegantes. Tudo o mais tinha ficado reduzido a cinzas. Um enorme pedregulho escondido no monte parecia ameaçar a aldeia mais próxima com a sua queda, foi lá que o pássaro se acolheu. Durante o dia enquanto voava, tinha de alimentar os minúsculos rebentos nascidos entre as cinzas. Mas a tarefa era muito complicada pois chovera pouco e no local do incêndio a natureza continuava tão triste que parecia não querer voltar a nascer. Por isso, devido à sua fome cada vez lhe dava menos prazer voar.
Num dia de grande calor, o pássaro de fogo não encontrara um único rebento para comer e, por isso estava desesperado de fome. Foi quando ouviu, no meio de um grande carvalho, uma vozinha do meio da folhagem. Era um pássaro muito novo com uma grande inocência e uma tal curiosidade pela vida.
O pássaro de fogo ficou ainda mais nervoso e não sabia o que fazer. Era apenas um filhote de um pássaro com uma penugem de cor indefinida. O pássaro de fogo tinha medo que o filhote fugisse, com os outros. O pequeno pássaro choramingava, meio engasgado dizendo que queria voar mas tinha medo de cair e não sabia dos seus pais.
O pássaro vermelho sentiu que o iam atacar e preparou-se para fugir. A tremura vinha-lhe de dentro pois estava tudo muito quieto e silencioso. Pensou que ia morrer ali mesmo. Teve tanto medo que, se tivesse forças teria voado para a sua montanha negra e triste. Sentiu-se invadir por uma onda de calor e sem dar conta do que estava a fazer, aproximou-se do pequeno pássaro.
Foi então que começou a transformar-se e a sua penugem que era vermelha, ficou assim com uma cor acastanhada. O pequeno pássaro encolheu-se, por fim, debaixo da sua asa.
Muitos pensavam que era uma bola de fogo, que um dia acabaria por cair. Eram raros os que admiravam a sua beleza, traçando desenhos rubros no ar.
A sua diferença tornava-o solitário. Todas as aves fugiam dele porque a sua beleza estranha era uma grande ameaça para todas elas. Andava muitas vezes esfomeado e ninguém que o visse passar poderia imaginar o que ele passava.
Um dia descobriu de lá cima um monte todo escalvado porque tinha havido um grande incêndio. A mata que era grande ardera durante dias e dias. No final do incêndio cortaram com grandes serras os troncos ainda fumegantes. Tudo o mais tinha ficado reduzido a cinzas. Um enorme pedregulho escondido no monte parecia ameaçar a aldeia mais próxima com a sua queda, foi lá que o pássaro se acolheu. Durante o dia enquanto voava, tinha de alimentar os minúsculos rebentos nascidos entre as cinzas. Mas a tarefa era muito complicada pois chovera pouco e no local do incêndio a natureza continuava tão triste que parecia não querer voltar a nascer. Por isso, devido à sua fome cada vez lhe dava menos prazer voar.
Num dia de grande calor, o pássaro de fogo não encontrara um único rebento para comer e, por isso estava desesperado de fome. Foi quando ouviu, no meio de um grande carvalho, uma vozinha do meio da folhagem. Era um pássaro muito novo com uma grande inocência e uma tal curiosidade pela vida.
O pássaro de fogo ficou ainda mais nervoso e não sabia o que fazer. Era apenas um filhote de um pássaro com uma penugem de cor indefinida. O pássaro de fogo tinha medo que o filhote fugisse, com os outros. O pequeno pássaro choramingava, meio engasgado dizendo que queria voar mas tinha medo de cair e não sabia dos seus pais.
O pássaro vermelho sentiu que o iam atacar e preparou-se para fugir. A tremura vinha-lhe de dentro pois estava tudo muito quieto e silencioso. Pensou que ia morrer ali mesmo. Teve tanto medo que, se tivesse forças teria voado para a sua montanha negra e triste. Sentiu-se invadir por uma onda de calor e sem dar conta do que estava a fazer, aproximou-se do pequeno pássaro.
Foi então que começou a transformar-se e a sua penugem que era vermelha, ficou assim com uma cor acastanhada. O pequeno pássaro encolheu-se, por fim, debaixo da sua asa.
Resumo do livro “Zeca Afonso, o andarilho da voz de ouro”
O livro que eu vou apresentar chama-se ”Zeca Afonso, o andarilho da voz de ouro”. O seu autor é José Jorge Letria, que foi companheiro do cantor antes do 25 de Abril; a editora é “Campo das Letras”.
Escolhi este livro porque gosto de narrativas com fundamento histórico. Este narra a vida de Zeca Afonso, ao mesmo tempo, faz um retrato de como se vivia em Portugal antes da Revolução do 25 de Abril de 1974, portanto, no período da Ditadura Salazarista.
Zeca Afonso foi um grande cantor e poeta português do século XX, que se destacou com canções de intervenção política, canções que criticavam a ditadura em que o país vivia e faziam as pessoas sonhar com a liberdade.
Nasceu em Aveiro, no dia 2 de Agosto de 1929. Adorava música e era um sonhador, todos diziam que era muito distraído.
Cresceu dividido entre dois mundos: Portugal e África.
O pai era juiz e ocupou cargos em Angola e em Moçambique, que eram colónias portuguesas.
Até aos 3 anos, Zeca viveu em Aveiro, na casa dos tios. Depois, partiu para Angola para viver com os pais. Em 1937, para fazer os seus estudos regressou a Portugal, voltando a viver com os tios em Aveiro.
Quando estava em África, sentia saudades e vontade de regressar a Portugal, mas quando aqui estava queria voltar para junto dos pais e dos amigos que fizera no outro continente, onde se tinha sentido livre e feliz.
Foi em África que aprendeu ritmos e melodias que marcaram as suas canções e brincou muito com os meninos negros, considerando-os iguais a si. Mais tarde, acabou por compreender que havia uma fronteira entre uns e outros, criada pelos adultos brancos que mandavam naquelas terras. Nessa altura, começou a ser um menino rebelde e fez uma promessa a si mesmo: que haveria de lutar com todas as forças, para que Portugal fosse, um dia, um país livre.
Portugal era, então, um país atrasado, triste e amedrontado. A liberdade era proibida e sobre ela não se podia falar ou escrever. Tudo era vigiado e controlado, os rapazes e raparigas estavam separados nas escolas e os namorados não podiam trocar um beijo no meio da rua. Quem dizia o que pensava podia acabar preso pela PIDE, a polícia de Salazar.
Durante a 2ª Guerra Mundial, os seus pais foram feitos prisioneiros, em Timor, pelos japoneses, que tinham ocupado aquele território. Nessa época, sofreu muito pois não sabia se eles iriam sobreviver. Passou a detestar a palavra «guerra», o que, mais tarde, o levou a escrever canções que defendiam a paz.
Passou um período na casa do tio Filomeno, em Belmonte. Detestou esse tempo, porque o tio gostava de Salazar e obrigou-o a usar a farda da Mocidade Portuguesa.
Frequentou o liceu em Coimbra, onde aprendeu a cantar o fado e passou a ser muito aplaudido. Mas, depressa quis ser ele a escrever a letra das suas canções porque queria falar das injustiças do país. Passou a cantar essas canções apenas com o acompanhamento de viola, o que era uma grande novidade no país.
Em 1964, foi com a família para Moçambique, onde deu aulas, escreveu novas canções e fez música para teatro.
Em 1967, regressou a Portugal e instalou-se em Setúbal, mas foi proibido de ensinar. Passou a ser, também, um cantor proibido pela censura: a televisão não podia transmitir imagens suas ou a sua voz, a rádio não podia passar os seus discos e os seus espectáculos estavam proibidos pela PIDE. Mas, quanto mais o queriam calar, mais eram as pessoas que o desejavam ouvir.
Em 1973, um ano antes da Revolução dos Cravos, foi preso pela PIDE e levado para a prisão de Caxias. Imediatamente, circulou um abaixo-assinado com milhares de assinaturas que exigiam a sua libertação.
Foi uma canção de Zeca Afonso que serviu de senha ou sinal para os militares saírem dos seus quartéis, na madrugada do dia 25 de Abril de 1974. Essa canção chama-se “Grândola, Vila Morena”.
Em 1983, subiu ao palco do Coliseu dos Recreios, pela última vez. Estava já muito doente e sem forças. Tinha um cravo vermelho na mão e cantou, com os amigos, as canções que deram nome e voz à esperança e liberdade em Portugal.
Morreu na madrugada do dia 27 de Fevereiro de 1987, vítima de esclerose lateral amiotrópica.
Escolhi este livro porque gosto de narrativas com fundamento histórico. Este narra a vida de Zeca Afonso, ao mesmo tempo, faz um retrato de como se vivia em Portugal antes da Revolução do 25 de Abril de 1974, portanto, no período da Ditadura Salazarista.
Zeca Afonso foi um grande cantor e poeta português do século XX, que se destacou com canções de intervenção política, canções que criticavam a ditadura em que o país vivia e faziam as pessoas sonhar com a liberdade.
Nasceu em Aveiro, no dia 2 de Agosto de 1929. Adorava música e era um sonhador, todos diziam que era muito distraído.
Cresceu dividido entre dois mundos: Portugal e África.
O pai era juiz e ocupou cargos em Angola e em Moçambique, que eram colónias portuguesas.
Até aos 3 anos, Zeca viveu em Aveiro, na casa dos tios. Depois, partiu para Angola para viver com os pais. Em 1937, para fazer os seus estudos regressou a Portugal, voltando a viver com os tios em Aveiro.
Quando estava em África, sentia saudades e vontade de regressar a Portugal, mas quando aqui estava queria voltar para junto dos pais e dos amigos que fizera no outro continente, onde se tinha sentido livre e feliz.
Foi em África que aprendeu ritmos e melodias que marcaram as suas canções e brincou muito com os meninos negros, considerando-os iguais a si. Mais tarde, acabou por compreender que havia uma fronteira entre uns e outros, criada pelos adultos brancos que mandavam naquelas terras. Nessa altura, começou a ser um menino rebelde e fez uma promessa a si mesmo: que haveria de lutar com todas as forças, para que Portugal fosse, um dia, um país livre.
Portugal era, então, um país atrasado, triste e amedrontado. A liberdade era proibida e sobre ela não se podia falar ou escrever. Tudo era vigiado e controlado, os rapazes e raparigas estavam separados nas escolas e os namorados não podiam trocar um beijo no meio da rua. Quem dizia o que pensava podia acabar preso pela PIDE, a polícia de Salazar.
Durante a 2ª Guerra Mundial, os seus pais foram feitos prisioneiros, em Timor, pelos japoneses, que tinham ocupado aquele território. Nessa época, sofreu muito pois não sabia se eles iriam sobreviver. Passou a detestar a palavra «guerra», o que, mais tarde, o levou a escrever canções que defendiam a paz.
Passou um período na casa do tio Filomeno, em Belmonte. Detestou esse tempo, porque o tio gostava de Salazar e obrigou-o a usar a farda da Mocidade Portuguesa.
Frequentou o liceu em Coimbra, onde aprendeu a cantar o fado e passou a ser muito aplaudido. Mas, depressa quis ser ele a escrever a letra das suas canções porque queria falar das injustiças do país. Passou a cantar essas canções apenas com o acompanhamento de viola, o que era uma grande novidade no país.
Em 1964, foi com a família para Moçambique, onde deu aulas, escreveu novas canções e fez música para teatro.
Em 1967, regressou a Portugal e instalou-se em Setúbal, mas foi proibido de ensinar. Passou a ser, também, um cantor proibido pela censura: a televisão não podia transmitir imagens suas ou a sua voz, a rádio não podia passar os seus discos e os seus espectáculos estavam proibidos pela PIDE. Mas, quanto mais o queriam calar, mais eram as pessoas que o desejavam ouvir.
Em 1973, um ano antes da Revolução dos Cravos, foi preso pela PIDE e levado para a prisão de Caxias. Imediatamente, circulou um abaixo-assinado com milhares de assinaturas que exigiam a sua libertação.
Foi uma canção de Zeca Afonso que serviu de senha ou sinal para os militares saírem dos seus quartéis, na madrugada do dia 25 de Abril de 1974. Essa canção chama-se “Grândola, Vila Morena”.
Em 1983, subiu ao palco do Coliseu dos Recreios, pela última vez. Estava já muito doente e sem forças. Tinha um cravo vermelho na mão e cantou, com os amigos, as canções que deram nome e voz à esperança e liberdade em Portugal.
Morreu na madrugada do dia 27 de Fevereiro de 1987, vítima de esclerose lateral amiotrópica.
O Álbum de Clara
Escola EB2.3 António Feijó
Ponte de Lima
Mariana Ferreira Pinto
7º5
Nº17
Autor do livro
A autora deste livro chama-se Maria Teresa Maia Gonzalez. Nasceu em Coimbra, em 1958. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Franceses e Ingleses, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, foi professora de Língua Portuguesa de 1982 a 1997, no ensino oficial e particular.
Resumo do Livro
Este livro fala de uma menina chamada Clara que sofreu um acidente ao completar os seus 15 anos. Sofreu várias consequências, como ficar paraplégica, as imensas cicatrizes espalhadas pelo corpo, a angústia de atravessar uma estrada e ter de encarar as pessoas. Nos primeiros anos, Clara esteve muito dependente dos pais, principalmente da mãe que a ajudava na sua higiene pessoal, a vestir-se e noutras tarefas simples, mas que para a Clara eram muito complexas.
Clara nunca mais abriu o seu álbum (onde recordava momentos passados) após o seu acidente. Tinha medo de se lembrar desses momentos, que como ela dizia momentos de uma rapariga normal. Clara com a fúria de aquele “Laranja” a ter atropelado, respondia mal a toda a gente, qualquer coisa a irritava.
Um certo dia, como todos os outros, voltou a ter uma das suas inúmeras consultas no seu médico. Nessa consulta, Clara fez uma pergunta, a qual o médico considerou difícil e à qual não encontrava resposta. Clara perguntou ao médico quando voltaria a ser uma rapariga normal. O médico deu-lhe a estimativa de 3 anos, ou seja, quando a Clara tiver 18 anos. Clara ficou muito contente, e começou a ter mais confiança nela. Começou a vestir-se melhor, a fazer mais amigos e passou a ser mais feliz. Começou a sair com os amigos e finalmente teve a coragem de abrir o seu álbum.
Ponte de Lima
Mariana Ferreira Pinto
7º5
Nº17
Autor do livro
A autora deste livro chama-se Maria Teresa Maia Gonzalez. Nasceu em Coimbra, em 1958. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Franceses e Ingleses, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, foi professora de Língua Portuguesa de 1982 a 1997, no ensino oficial e particular.
Resumo do Livro
Este livro fala de uma menina chamada Clara que sofreu um acidente ao completar os seus 15 anos. Sofreu várias consequências, como ficar paraplégica, as imensas cicatrizes espalhadas pelo corpo, a angústia de atravessar uma estrada e ter de encarar as pessoas. Nos primeiros anos, Clara esteve muito dependente dos pais, principalmente da mãe que a ajudava na sua higiene pessoal, a vestir-se e noutras tarefas simples, mas que para a Clara eram muito complexas.
Clara nunca mais abriu o seu álbum (onde recordava momentos passados) após o seu acidente. Tinha medo de se lembrar desses momentos, que como ela dizia momentos de uma rapariga normal. Clara com a fúria de aquele “Laranja” a ter atropelado, respondia mal a toda a gente, qualquer coisa a irritava.
Um certo dia, como todos os outros, voltou a ter uma das suas inúmeras consultas no seu médico. Nessa consulta, Clara fez uma pergunta, a qual o médico considerou difícil e à qual não encontrava resposta. Clara perguntou ao médico quando voltaria a ser uma rapariga normal. O médico deu-lhe a estimativa de 3 anos, ou seja, quando a Clara tiver 18 anos. Clara ficou muito contente, e começou a ter mais confiança nela. Começou a vestir-se melhor, a fazer mais amigos e passou a ser mais feliz. Começou a sair com os amigos e finalmente teve a coragem de abrir o seu álbum.
Biografia de Kate DiCamillo
Kate DiCamillo passou a sua infância no Sul dos Estados Unidos da América e estudou na Universidade da Flórida.
Publicou também vários sucessos para jovens leitores, como «A Libertação do Tigre» e «Por Causa de Winn-Dixie». A escritora recebeu alguns dos mais prestigiados prémios dos EUA com a obra «Por Causa de Winn-Dixie», um dos livros mais populares nos EUA e no Reino Unido, vendendo mais de 200 000 exemplares. Sobre «A Lenda de Despereaux», a autora comenta: «O filho da minha melhor amiga pediu-me que lhe escrevesse uma história sobre um herói inesperado e com orelhas muito grandes. Perguntei-lhe o que aconteceria a esse herói e ele respondeu que não sabia e que queria que eu escrevesse a história, para ele descobrir. Pois bem, Bailey. Três anos depois, aqui está a lenda do teu herói muito improvável e de orelhas desmesuradamente grandes. Obrigada por teres esperado tão pacientemente.»
Actualmente Kate DiCamillo mora em Minneapolis, Minnesota nos EUA.
2
Realizado por:
Francisca Braga Lopes
7º5 EB2,3 António Feijó Ponte de Lima
1
«A Lenda de Despereaux»
Esta história fala de um rato!
Um rato diferente dos outros, que se chamava Despereaux Tilling, que tinha nascido de olhos abertos e tinha umas grandes orelhas. No desenrolar da história ficámos a saber que Despereaux é apaixonado por música, histórias e por uma princesa chamada Ervilha. .Este sentimento traz a Despereaux consequências trágicas: é mandado para as masmorras para junto das ratazanas, pois sentou-se junto da princesa e do rei e ainda por cima falou com a princesa. Foi o seu próprio pai que o acusou e a sua ida para as masmorras foi decidida pelo conselho dos ratos.
Aparece também uma rapariga chamada Miggery Sow, que tinha orelhas de couve-flor devido aos sopapos que o seu tio lhe dava.
E ainda uma ratazana chamada Chiaroscuro ou Roscuro que esperava por um momento de luz na sua vida, o seu desejo foi o culpado da morte da rainha e pela proibição de sopa no reino da princesa Ervilha e que no final acaba por se vingar da princesa Ervilha por o ter tratado mal quando ele lhe tentava pedir desculpas.
Um pequeno excerto do capítulo 10: «Boas razões»
« Despereaux sentiu calor e, depois, frio e, depois, calor outra vez. Repudiá-la? Repudiar a princesa?
-Mon Dieu! - gritou a mãe. - Filho, não ajas como um tolo. Repudia! Arrepende-te!
-Que tens a dizer, Despereaux Tilling?
- Digo…digo…digo…não - sussurrou Despereaux.
3
-O quê? - perguntou o Chefe Rato.
-Não - disse Despereaux. E desta vez não sussurrou. -Não repudio aos meus actos. Eu amo-a. Eu amo a princesa.
Ouviram-se gritos de indignação colectiva. Toda a comunidade dos ratos se voltou contra Despereaux. Os ratos pareciam um corpo zangado com centenas de caudas e milhares de bigodes e uma boca enorme a abrir-se e a fechar-se, a abrir-se e a fechar-se, repetindo vezes sem conta:
-Para as masmorras. Para as masmorras. Para as masmorras.
As palavras ressoavam dentro de Despereaux, com cada bater do seu coração.
- Muito bem – disse o Muitíssimo Honrado Chefe Rato. -Morrerás, pois, com o coração enegrido.Mestre de fios – chamou –, traz o fio.
Despereaux estava espantado com a sua própria bravura.
Admirou a sua própria ousadia.
E depois, leitor, desmaiou.»
4
Curiosidade:
A 18 de Dezembro de 2008 estreou o filme «A Lenda de Despereaux» baseado no livro com o mesmo título. Quando acabei de ler o livro apercebi-me de que tinham baseado o filme na história do livro mas tinham mudado bastantes coisas, como por exemplo a maneira como Roscuro entra na história, a entrada de Despereaux nas masmorras e muitas mais coisas, mas eu também gostei muito do filme.
5
Publicou também vários sucessos para jovens leitores, como «A Libertação do Tigre» e «Por Causa de Winn-Dixie». A escritora recebeu alguns dos mais prestigiados prémios dos EUA com a obra «Por Causa de Winn-Dixie», um dos livros mais populares nos EUA e no Reino Unido, vendendo mais de 200 000 exemplares. Sobre «A Lenda de Despereaux», a autora comenta: «O filho da minha melhor amiga pediu-me que lhe escrevesse uma história sobre um herói inesperado e com orelhas muito grandes. Perguntei-lhe o que aconteceria a esse herói e ele respondeu que não sabia e que queria que eu escrevesse a história, para ele descobrir. Pois bem, Bailey. Três anos depois, aqui está a lenda do teu herói muito improvável e de orelhas desmesuradamente grandes. Obrigada por teres esperado tão pacientemente.»
Actualmente Kate DiCamillo mora em Minneapolis, Minnesota nos EUA.
2
Realizado por:
Francisca Braga Lopes
7º5 EB2,3 António Feijó Ponte de Lima
1
«A Lenda de Despereaux»
Esta história fala de um rato!
Um rato diferente dos outros, que se chamava Despereaux Tilling, que tinha nascido de olhos abertos e tinha umas grandes orelhas. No desenrolar da história ficámos a saber que Despereaux é apaixonado por música, histórias e por uma princesa chamada Ervilha. .Este sentimento traz a Despereaux consequências trágicas: é mandado para as masmorras para junto das ratazanas, pois sentou-se junto da princesa e do rei e ainda por cima falou com a princesa. Foi o seu próprio pai que o acusou e a sua ida para as masmorras foi decidida pelo conselho dos ratos.
Aparece também uma rapariga chamada Miggery Sow, que tinha orelhas de couve-flor devido aos sopapos que o seu tio lhe dava.
E ainda uma ratazana chamada Chiaroscuro ou Roscuro que esperava por um momento de luz na sua vida, o seu desejo foi o culpado da morte da rainha e pela proibição de sopa no reino da princesa Ervilha e que no final acaba por se vingar da princesa Ervilha por o ter tratado mal quando ele lhe tentava pedir desculpas.
Um pequeno excerto do capítulo 10: «Boas razões»
« Despereaux sentiu calor e, depois, frio e, depois, calor outra vez. Repudiá-la? Repudiar a princesa?
-Mon Dieu! - gritou a mãe. - Filho, não ajas como um tolo. Repudia! Arrepende-te!
-Que tens a dizer, Despereaux Tilling?
- Digo…digo…digo…não - sussurrou Despereaux.
3
-O quê? - perguntou o Chefe Rato.
-Não - disse Despereaux. E desta vez não sussurrou. -Não repudio aos meus actos. Eu amo-a. Eu amo a princesa.
Ouviram-se gritos de indignação colectiva. Toda a comunidade dos ratos se voltou contra Despereaux. Os ratos pareciam um corpo zangado com centenas de caudas e milhares de bigodes e uma boca enorme a abrir-se e a fechar-se, a abrir-se e a fechar-se, repetindo vezes sem conta:
-Para as masmorras. Para as masmorras. Para as masmorras.
As palavras ressoavam dentro de Despereaux, com cada bater do seu coração.
- Muito bem – disse o Muitíssimo Honrado Chefe Rato. -Morrerás, pois, com o coração enegrido.Mestre de fios – chamou –, traz o fio.
Despereaux estava espantado com a sua própria bravura.
Admirou a sua própria ousadia.
E depois, leitor, desmaiou.»
4
Curiosidade:
A 18 de Dezembro de 2008 estreou o filme «A Lenda de Despereaux» baseado no livro com o mesmo título. Quando acabei de ler o livro apercebi-me de que tinham baseado o filme na história do livro mas tinham mudado bastantes coisas, como por exemplo a maneira como Roscuro entra na história, a entrada de Despereaux nas masmorras e muitas mais coisas, mas eu também gostei muito do filme.
5
Biografia
Ian McEwan
Ian McEwan nasceu no dia 21 de Junho de 1948, em Aldershot, Hampshire, Inglaterra e passou grande parte de sua infância no Extremo Oriente, Alemanha e África do Norte onde o seu pai exercia o cargo de oficial do exército. Ian voltou para Inglaterra onde estudou Inglês na Universidade Sussex e na Universidade de East Anglia, onde teve Malcom Bradbury como professor.
A primeira das suas obras publicadas foi a colecção de relatos “Primeiro amor, últimos ritos” (1975). Em 1998, e causando grande controvérsia, foi-lhe concedido o Prémio Man Booker pela novela “Amesterdão”. Em 1997 publicou “O fardo do amor”, considerada por muitos como uma obra-prima, sobre uma pessoa que sofre do síndroma de Clerambault.
O escritor britânico, é chamado por vezes de “Ian Macabro”, devido à natureza das suas primeiras obras, mas livro a livro tem-se convertido num dos mais conhecidos da sua geração. Além de escrever prosa também escreveu peças para a televisão e para o cinema.
Curiosidade:
Em Março e Abril de 2004, uns meses depois do governo britânico o convidar para jantar com a Primeira-dama dos Estados Unidos (Laura Bush), o Departamento de Segurança Nacional deste país impediu-o de entrar por não ter no passaporte, um visto apropriado para trabalhar (McEwan estava a preparar uma série de conferências remuneradas). Só vários dias depois e após se tornar público na imprensa britânica é que se lhe permitiu a entrada.
“O Sonhador”
Este livro fala de um rapaz, pré-adolescente, chamado Peter Fortune com dez anos, que vivia entre a fantasia e a realidade. A sua mãe chamava-se Viola Fortune, o pai Thomas Fortune e a sua irmã Kate Fortune. Diziam que era uma criança «difícil», Peter só compreendeu em adulto: ele era «difícil» por ser tão calado, porque passava os dias a sonhar acordado. Quando Peter percebe que as pessoas o consideravam estranho, resolve contar as suas histórias imaginadas e assim, ficamos a conhecer as suas viagens e aventuras, onde consegue ser um gato, um bebé e até um adulto…
Um pequeno excerto sobre a história em que ele faz desaparecer a sua família:
«Peter não duvidava de que ele e a mãe gostavam muito um do outro. Ela tinha-o ensinado a fazer caramelos, a ler e a escrever. Tinha saltado de pára-quedas uma vez e ficava em casa a cuidar dele quando estava doente. Era a única mãe que ele conhecia que conseguia fazer o pino sem apoio. Mas a decisão estava tomada e tinha de ir em frente. Tirou um bocado de creme frio com a ponta da luva. A luva não desapareceu. A magia parecia só funcionar em tecido vivo. Deixou cair o creme mesmo no meio das costas da mãe.
-Oh! -suspirou ela, sem muita convicção. - Isso é mesmo frio.
Peter começou a espalhar o creme uniformemente e a mãe começou logo a desaparecer.»
Ian McEwan nasceu no dia 21 de Junho de 1948, em Aldershot, Hampshire, Inglaterra e passou grande parte de sua infância no Extremo Oriente, Alemanha e África do Norte onde o seu pai exercia o cargo de oficial do exército. Ian voltou para Inglaterra onde estudou Inglês na Universidade Sussex e na Universidade de East Anglia, onde teve Malcom Bradbury como professor.
A primeira das suas obras publicadas foi a colecção de relatos “Primeiro amor, últimos ritos” (1975). Em 1998, e causando grande controvérsia, foi-lhe concedido o Prémio Man Booker pela novela “Amesterdão”. Em 1997 publicou “O fardo do amor”, considerada por muitos como uma obra-prima, sobre uma pessoa que sofre do síndroma de Clerambault.
O escritor britânico, é chamado por vezes de “Ian Macabro”, devido à natureza das suas primeiras obras, mas livro a livro tem-se convertido num dos mais conhecidos da sua geração. Além de escrever prosa também escreveu peças para a televisão e para o cinema.
Curiosidade:
Em Março e Abril de 2004, uns meses depois do governo britânico o convidar para jantar com a Primeira-dama dos Estados Unidos (Laura Bush), o Departamento de Segurança Nacional deste país impediu-o de entrar por não ter no passaporte, um visto apropriado para trabalhar (McEwan estava a preparar uma série de conferências remuneradas). Só vários dias depois e após se tornar público na imprensa britânica é que se lhe permitiu a entrada.
“O Sonhador”
Este livro fala de um rapaz, pré-adolescente, chamado Peter Fortune com dez anos, que vivia entre a fantasia e a realidade. A sua mãe chamava-se Viola Fortune, o pai Thomas Fortune e a sua irmã Kate Fortune. Diziam que era uma criança «difícil», Peter só compreendeu em adulto: ele era «difícil» por ser tão calado, porque passava os dias a sonhar acordado. Quando Peter percebe que as pessoas o consideravam estranho, resolve contar as suas histórias imaginadas e assim, ficamos a conhecer as suas viagens e aventuras, onde consegue ser um gato, um bebé e até um adulto…
Um pequeno excerto sobre a história em que ele faz desaparecer a sua família:
«Peter não duvidava de que ele e a mãe gostavam muito um do outro. Ela tinha-o ensinado a fazer caramelos, a ler e a escrever. Tinha saltado de pára-quedas uma vez e ficava em casa a cuidar dele quando estava doente. Era a única mãe que ele conhecia que conseguia fazer o pino sem apoio. Mas a decisão estava tomada e tinha de ir em frente. Tirou um bocado de creme frio com a ponta da luva. A luva não desapareceu. A magia parecia só funcionar em tecido vivo. Deixou cair o creme mesmo no meio das costas da mãe.
-Oh! -suspirou ela, sem muita convicção. - Isso é mesmo frio.
Peter começou a espalhar o creme uniformemente e a mãe começou logo a desaparecer.»
terça-feira, 24 de março de 2009
O Livro Mudo
Era uma vez, um homem velho que tinha chegado ao fim da sua vida. Durante toda a sua vida foi coleccionando flores.
Essas flores foram postas num livro, para serem guardadas para sempre, servindo de memória, a esse homem, que tinha em cada uma das flores, uma recordação de um lugar, de um amigo, de tempos passados, de tempos que lhe traziam memórias.
Capaz de passar todo o dia a olhar para uma flor só, corriam-lhe lágrimas ao reviver no pensamento, situações já passadas.
Esse livro foi posto dentro do caixão, a pedido do seu dono, já que era a memória, da sua vida.
Era uma vez, um homem velho que tinha chegado ao fim da sua vida. Durante toda a sua vida foi coleccionando flores.
Essas flores foram postas num livro, para serem guardadas para sempre, servindo de memória, a esse homem, que tinha em cada uma das flores, uma recordação de um lugar, de um amigo, de tempos passados, de tempos que lhe traziam memórias.
Capaz de passar todo o dia a olhar para uma flor só, corriam-lhe lágrimas ao reviver no pensamento, situações já passadas.
Esse livro foi posto dentro do caixão, a pedido do seu dono, já que era a memória, da sua vida.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Resumo do livro”OS mestres da literatura policial”
Este livro fala de Thomas e de Dora.
Thomas era vice-presidente de dois clubes de Easterbrook.Ele mais tarde foi viver para o
Solar de easterbrook que a pudesse restaurar. Também tinha uma parede furada na
madeira mas também teriam tentar passar um fio através da parede mas falhou.
Thomas manteve-se de joelhos e ergueu um olhar divertido para a mulher que sorriu e
Comentou tu gostarias mesmo de remover esse pedacinho de madeira que está a tapar
O buraco para ver o que há por trás. Ele disse que podia ser mas foi buscar uma chave de fendas. Havia um furo perfeitamente limpo na tábua do rodapé .A sala é a apainela tal como a
do escritório . De seguida eles encontraram um quarto secreto .O quarto era de um metro e
oitenta por um metro e cinquenta entre o escritório e a sala de estar . No quarto secreto um cadáver de uma pessoa que tinha um facetara na cabeça . O agente Wilkins não discutiu
a opinião . Então o Thomas descobriu quem é que estava no quarto secreto era um jovem
chamado Toby Barbay que tinha sido assassinado e tinha sido atirado para o quarto secreto .
Thomas e Dora pesavam que a sua casa estava assombrada. O fim é que eles encontrado
O assassinado é que Thomas e Dora tinham sido os agentes policial.
Nome:Nuno Rafael Silva Fernandes nº22 turmaº7º4
Thomas era vice-presidente de dois clubes de Easterbrook.Ele mais tarde foi viver para o
Solar de easterbrook que a pudesse restaurar. Também tinha uma parede furada na
madeira mas também teriam tentar passar um fio através da parede mas falhou.
Thomas manteve-se de joelhos e ergueu um olhar divertido para a mulher que sorriu e
Comentou tu gostarias mesmo de remover esse pedacinho de madeira que está a tapar
O buraco para ver o que há por trás. Ele disse que podia ser mas foi buscar uma chave de fendas. Havia um furo perfeitamente limpo na tábua do rodapé .A sala é a apainela tal como a
do escritório . De seguida eles encontraram um quarto secreto .O quarto era de um metro e
oitenta por um metro e cinquenta entre o escritório e a sala de estar . No quarto secreto um cadáver de uma pessoa que tinha um facetara na cabeça . O agente Wilkins não discutiu
a opinião . Então o Thomas descobriu quem é que estava no quarto secreto era um jovem
chamado Toby Barbay que tinha sido assassinado e tinha sido atirado para o quarto secreto .
Thomas e Dora pesavam que a sua casa estava assombrada. O fim é que eles encontrado
O assassinado é que Thomas e Dora tinham sido os agentes policial.
Nome:Nuno Rafael Silva Fernandes nº22 turmaº7º4
domingo, 15 de março de 2009
TARZAN
TARZAN DE EDGAR RICE BURROUGHS
Kala, uma gorila, passeava na selva africana, quando ouve o choro de um recém-nascido, intrigada decidiu ver de onde vinha esse choro, vinha de uma casa onde estava um bebé humano, abandonado. Kala triste por ter perdido o seu filhote decide ficar com o bebé, que se chamará Tarzan. Todos os gorilas acharam estranho terem um humano entre si, mas Kerchak, chefe dos gorilas achou mais e dizia que Tarzan não podia ficar, mas Kala não fez caso pois precisava dele e ele precisava dela.
Tarzan era um menino alegre, passava o tempo a brincar e a fazer acrobacias com Terk, uma pequena gorila, tornando-se, assim, um jovem forte e valente.
Um dia, apareceram mais humanos na selva. Jane era filha do professor Porter, muito curiosa e artística, adorava desenhar. Ficou sozinha a desenhar um babuíno, mas este tira-lhe o desenho. Jane vai atrás dele e consegue reaver o seu desenho, mas o babuíno começa a chorar e a sua família ataca Jane, aí Tarzan ajuda-a e ficam amigos. Depois Tarzan aprendia muito com Jane e seu pai.
Passado alguns dias Tarzan chegou ao acampamento dos humanos e viu que o estavam a desmontar. Jane não se queria ir embora, foi então que Clayton, guia da família Porter disse a Tarzan que só iam por não poderem ver os gorilas de perto. Clayton era mau e a sua intenção era saber onde era o esconderijo dos gorilas para depois os capturar e vender. Tarzan levou-os aos gorilas, mas quando apareceu Kerchak os humanos tiveram de se ir embora de vez. Tarzan ia com eles, porém quando Clayton conta quais são as suas intenções, Tarzan fica horrorizado e grita. Os seus dois amigos Terk e Tantor (um elefante), ouviram o grito e compreenderam que estava algo mau a acontecer. Rapidamente Tantor bate no barco e parte-o. Tarzan velozmente, foi tentar salvar a sua família. Tarzan lutou contra Clayton que acaba por morrer ferindo Tarzan no braço e matando Kerchak. Ao morrer o chefe dos gorilas pede desculpa a Tarzan por não ter admitido que este era um gorila.
Jane e seu pai ficam com Tarzan, que agora, passa a ser o chefe dos gorilas.
João José Barros da Silva
Nº10 7º6
Kala, uma gorila, passeava na selva africana, quando ouve o choro de um recém-nascido, intrigada decidiu ver de onde vinha esse choro, vinha de uma casa onde estava um bebé humano, abandonado. Kala triste por ter perdido o seu filhote decide ficar com o bebé, que se chamará Tarzan. Todos os gorilas acharam estranho terem um humano entre si, mas Kerchak, chefe dos gorilas achou mais e dizia que Tarzan não podia ficar, mas Kala não fez caso pois precisava dele e ele precisava dela.
Tarzan era um menino alegre, passava o tempo a brincar e a fazer acrobacias com Terk, uma pequena gorila, tornando-se, assim, um jovem forte e valente.
Um dia, apareceram mais humanos na selva. Jane era filha do professor Porter, muito curiosa e artística, adorava desenhar. Ficou sozinha a desenhar um babuíno, mas este tira-lhe o desenho. Jane vai atrás dele e consegue reaver o seu desenho, mas o babuíno começa a chorar e a sua família ataca Jane, aí Tarzan ajuda-a e ficam amigos. Depois Tarzan aprendia muito com Jane e seu pai.
Passado alguns dias Tarzan chegou ao acampamento dos humanos e viu que o estavam a desmontar. Jane não se queria ir embora, foi então que Clayton, guia da família Porter disse a Tarzan que só iam por não poderem ver os gorilas de perto. Clayton era mau e a sua intenção era saber onde era o esconderijo dos gorilas para depois os capturar e vender. Tarzan levou-os aos gorilas, mas quando apareceu Kerchak os humanos tiveram de se ir embora de vez. Tarzan ia com eles, porém quando Clayton conta quais são as suas intenções, Tarzan fica horrorizado e grita. Os seus dois amigos Terk e Tantor (um elefante), ouviram o grito e compreenderam que estava algo mau a acontecer. Rapidamente Tantor bate no barco e parte-o. Tarzan velozmente, foi tentar salvar a sua família. Tarzan lutou contra Clayton que acaba por morrer ferindo Tarzan no braço e matando Kerchak. Ao morrer o chefe dos gorilas pede desculpa a Tarzan por não ter admitido que este era um gorila.
Jane e seu pai ficam com Tarzan, que agora, passa a ser o chefe dos gorilas.
João José Barros da Silva
Nº10 7º6
A DESCOBERTA DO LIMPA-VIAS
Passaram dois dias, o limpa-vias e a sua família já estavam instalados e a começar a habituar-se a viver melhor. Os seus seis ou sete filhos já brincavam com outros miúdos, nos parques que haviam há volta da igreja, e já iam para uma escola perto da sua casa. A mulher do limpa-vias, Carla, ia começar a trabalhar a meio tempo, numa casa de acolhimento, como dissera o pároco.
Era Domingo, neste dia haviam dois casamentos para celebrar, o padre disse ao limpa-vias para o ajudar com os preparativos. Ao ajudar as pessoas a preparar a igreja ia falando melhor inglês, conhecer pessoas e deixou de ser acanhado. O limpa-vias viu como eram os casamentos em Nova Iorque, que comparados com os do seu país eram muito diferentes, muito bonitos e mais ricos.
Nesse dia, descobriu que o arroz que comera anteriormente, não era proveniente de Deus, mas sim das pessoas que assistiam aos casamentos, que o atiravam como forma de celebração. Ao descobrir isto, não deixou de acreditar em Deus, continuou a rezar, porque achava que o emprego e a vida nova que tinha também eram devido a Deus.
João José Barros da Silva
nº10 7º6
Era Domingo, neste dia haviam dois casamentos para celebrar, o padre disse ao limpa-vias para o ajudar com os preparativos. Ao ajudar as pessoas a preparar a igreja ia falando melhor inglês, conhecer pessoas e deixou de ser acanhado. O limpa-vias viu como eram os casamentos em Nova Iorque, que comparados com os do seu país eram muito diferentes, muito bonitos e mais ricos.
Nesse dia, descobriu que o arroz que comera anteriormente, não era proveniente de Deus, mas sim das pessoas que assistiam aos casamentos, que o atiravam como forma de celebração. Ao descobrir isto, não deixou de acreditar em Deus, continuou a rezar, porque achava que o emprego e a vida nova que tinha também eram devido a Deus.
João José Barros da Silva
nº10 7º6
sexta-feira, 13 de março de 2009
nicolamanuelsilvacerqueira
UMA AVENTURA NA QUINTA DAS LÁGRIMAS
Autores: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Resumo:
Esta aventura passa-se na Quintra das Lágrimas. A quinta existe na realidade e fica em Coimbra, perto do rio Mondego. Tem um jardim misterioso e uma fonte muito especial porque nas pedras do fundo há uma mancha vermelha que nada nem ninguém conseguiu apagar. É a marca de um crime antigo e terrível na História de Portugal.
Era na Quinta da Lágrimas que D. Pedro e Inês de Castro se encontravam, sempre em segredo, de maneira que nada perturbasse o seu amor. Inês residia no Paço do Convento de Santa-Clara-a-Velha, perto da quinta. Da quinta sai um cano estreito, hoje chamado “dos amores”, que vai terminar a uma centena de metros do Convento. Eram as águas da Fonte dos Amores para este cano que serviam de transporte para as cartas de amor de Pedro para Inês. Diz a lenda que o princípe as colocava em barquinhos de madeira que, seguindo a corrente, iriam até às mãos delicadas de Inês.
Foi nas matas das Lágrimas que Inês foi assassinada por três homens mandados por Afonso IV. Conta-se que esta se encontrava “posta em sossego”, quando de repente se viu abordada pelos três homens, que a esfaquearam até à morte. Diz-se que foram as lágrimas que Inês chorou que fizeram nascer a Fonte das Lágrimas, onde o sangue que do seu corpo saiu ainda hoje está gravado na rocha, onde permanecerá para sempre.
Quem sabe deste caso não resiste a ir até lá dar uma espreitadela. Foi o que aconteceu aos cinco amigos de “Uma Aventura”: as gémeas, o Pedro, o Chico e o João. Tinham participado num encontro desportivo organizado na zona. À despedida reuniram-se com as outras equipas conversando e petiscando à roda da fogueira, ouviram um dos monitores contar a história da mancha vermelha, e resolveram que logo no dia seguinte iriam à quinta ver a tal fonte levando os companheiros Faial e Caracol. Pensavam que seria apenas um passeio divertido mas assim que transposeram os portões sentiram uma impressão estranha. E mal se debruçaram sobre as águas, começaram os acontecimentos extraordinários.
Foi lá que conheceram um marajá muito rico, a sua filha Sátia e uma estranha “corte”, que mais não fazem do que arranjar um sem número de acontecimentos que acabam por “prender” as gémeas, Teresa e Luisa, o Chico, o Pedro e o João a este local. Por um lado existe uma quadrilha que quer roubar um rubi com grande valor, que pertence ao marajá.
Sátia, a filha do marajá, pensava que existiam pessoas conhecidas de seu pai, com intenções de matá-la para se apoderar da fortuna que iria herdar e pediu ajuda aos cinco amigos. Mas com a ajuda do grupo, Pedro, Chico, João, Luísa e Teresa, vieram a descobrir que afinal não era bem assim... De facto, alguém queria herdar a fortuna do marajá, porém o alvo não era Sátia mas sim seu pai.
Nicolá Manuel da Silva Cerqueira
Autores: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Resumo:
Esta aventura passa-se na Quintra das Lágrimas. A quinta existe na realidade e fica em Coimbra, perto do rio Mondego. Tem um jardim misterioso e uma fonte muito especial porque nas pedras do fundo há uma mancha vermelha que nada nem ninguém conseguiu apagar. É a marca de um crime antigo e terrível na História de Portugal.
Era na Quinta da Lágrimas que D. Pedro e Inês de Castro se encontravam, sempre em segredo, de maneira que nada perturbasse o seu amor. Inês residia no Paço do Convento de Santa-Clara-a-Velha, perto da quinta. Da quinta sai um cano estreito, hoje chamado “dos amores”, que vai terminar a uma centena de metros do Convento. Eram as águas da Fonte dos Amores para este cano que serviam de transporte para as cartas de amor de Pedro para Inês. Diz a lenda que o princípe as colocava em barquinhos de madeira que, seguindo a corrente, iriam até às mãos delicadas de Inês.
Foi nas matas das Lágrimas que Inês foi assassinada por três homens mandados por Afonso IV. Conta-se que esta se encontrava “posta em sossego”, quando de repente se viu abordada pelos três homens, que a esfaquearam até à morte. Diz-se que foram as lágrimas que Inês chorou que fizeram nascer a Fonte das Lágrimas, onde o sangue que do seu corpo saiu ainda hoje está gravado na rocha, onde permanecerá para sempre.
Quem sabe deste caso não resiste a ir até lá dar uma espreitadela. Foi o que aconteceu aos cinco amigos de “Uma Aventura”: as gémeas, o Pedro, o Chico e o João. Tinham participado num encontro desportivo organizado na zona. À despedida reuniram-se com as outras equipas conversando e petiscando à roda da fogueira, ouviram um dos monitores contar a história da mancha vermelha, e resolveram que logo no dia seguinte iriam à quinta ver a tal fonte levando os companheiros Faial e Caracol. Pensavam que seria apenas um passeio divertido mas assim que transposeram os portões sentiram uma impressão estranha. E mal se debruçaram sobre as águas, começaram os acontecimentos extraordinários.
Foi lá que conheceram um marajá muito rico, a sua filha Sátia e uma estranha “corte”, que mais não fazem do que arranjar um sem número de acontecimentos que acabam por “prender” as gémeas, Teresa e Luisa, o Chico, o Pedro e o João a este local. Por um lado existe uma quadrilha que quer roubar um rubi com grande valor, que pertence ao marajá.
Sátia, a filha do marajá, pensava que existiam pessoas conhecidas de seu pai, com intenções de matá-la para se apoderar da fortuna que iria herdar e pediu ajuda aos cinco amigos. Mas com a ajuda do grupo, Pedro, Chico, João, Luísa e Teresa, vieram a descobrir que afinal não era bem assim... De facto, alguém queria herdar a fortuna do marajá, porém o alvo não era Sátia mas sim seu pai.
Nicolá Manuel da Silva Cerqueira
Flame desaparecido
Era uma vez uma criatura chamada Flame e ele andava sempre disfarçado de príncipe para se proteger do seu tio que o queria matar porque Flame tinha o trono de uma cidade e o seu tio queria-lho roubar.
Flame era um jovem leão branco que estava de trás de uma cascata. O pelo de Flame estalou libertar de faíscas. Houve um clarão branco ali, no seu lugar, estava agora um gatinho preto e branco.
Ate que Flame sentiu-se cair e cair que desapareceu por uns anos. Abi que era uma menina estudiosa, mudou de colégio. Então Abi foi conhecer o seu novo quarto.
Ela sentia-se entusiasmada mas um pouco nervosa, pois ia ser estranho partilhar o quarto com alguém que não conhecia.
Ate que de repente bateu alguém a porta e era uma rapariga chamada Keera. Era uma rapariga que odiava tudo e todos e Abi disse-lhe que estava a desfazer as suas malas. Então Keera disse-lhe para Abi pegar nas suas coisas e ir para outro quarto, nisto entra uma mulher alta e de rosto amável era a directora do colégio chamava-se sr.York.
Com ela estava uma outra rapariga pequena e magra que iria ser a nova companheira de Abi. Ela chamava-se Sasha.
As raparigas entenderam-se bem. A directora disse-lhes para irem ter a sala principal onde iriam ter aulas. Elas foram lá ter.
Mas Abi apercebeu-se que se tinha esquecido do seu caderno e foi buscalo ao seu quarto. A Abi ia pelos corredores fora mas como não conhecia o colégio acabou por se perder. A andou e andou e ate que chegou a uma porta velha, cheia de buracos.
Abi com receio abriua, e por acaso era um sótão velho cheio de teias de aranha. Abi deu um passo mais para a frente e viu um cobertor dobrado numa prateleira e lá se encontrava um pequeno leão deitado sobre si.
Abi ficou espantada. Aproximou-se e o leão abriu os olhos. Nesse preciso momento o leão tivera se transformado num fofinho gatinho preto e branco.
A Abi ao ver o leão perguntou quem ele era e ele disse que se chamava Flame. Abi ao ouvir o que ele lhe disse pegou nele e levou-o para o seu quarto.
O gatinho disse a Abi o seu grande segredo. Ele tão se tornava leão como se tornava gato. Abi nem queria acreditar, mas guardou segredo.
Ate que Flame tornou-se um grande amigo de Abi e ajudava sempre nas aulas. Mas mais ninguém sabia que Abi tinha um amigo secreto.
Mas certo dia Flame decidiu partir porque seu tio o tivera quase a descobrir
O tempo foi passando e Flame tornou-se num adulto leão branco que Abi adorava.
Esta historia diz que há um
Gatinho cheio de magia
Mas que precisa de um amigo perfeito!
Sara Vieira
7º4 nº25
Flame era um jovem leão branco que estava de trás de uma cascata. O pelo de Flame estalou libertar de faíscas. Houve um clarão branco ali, no seu lugar, estava agora um gatinho preto e branco.
Ate que Flame sentiu-se cair e cair que desapareceu por uns anos. Abi que era uma menina estudiosa, mudou de colégio. Então Abi foi conhecer o seu novo quarto.
Ela sentia-se entusiasmada mas um pouco nervosa, pois ia ser estranho partilhar o quarto com alguém que não conhecia.
Ate que de repente bateu alguém a porta e era uma rapariga chamada Keera. Era uma rapariga que odiava tudo e todos e Abi disse-lhe que estava a desfazer as suas malas. Então Keera disse-lhe para Abi pegar nas suas coisas e ir para outro quarto, nisto entra uma mulher alta e de rosto amável era a directora do colégio chamava-se sr.York.
Com ela estava uma outra rapariga pequena e magra que iria ser a nova companheira de Abi. Ela chamava-se Sasha.
As raparigas entenderam-se bem. A directora disse-lhes para irem ter a sala principal onde iriam ter aulas. Elas foram lá ter.
Mas Abi apercebeu-se que se tinha esquecido do seu caderno e foi buscalo ao seu quarto. A Abi ia pelos corredores fora mas como não conhecia o colégio acabou por se perder. A andou e andou e ate que chegou a uma porta velha, cheia de buracos.
Abi com receio abriua, e por acaso era um sótão velho cheio de teias de aranha. Abi deu um passo mais para a frente e viu um cobertor dobrado numa prateleira e lá se encontrava um pequeno leão deitado sobre si.
Abi ficou espantada. Aproximou-se e o leão abriu os olhos. Nesse preciso momento o leão tivera se transformado num fofinho gatinho preto e branco.
A Abi ao ver o leão perguntou quem ele era e ele disse que se chamava Flame. Abi ao ouvir o que ele lhe disse pegou nele e levou-o para o seu quarto.
O gatinho disse a Abi o seu grande segredo. Ele tão se tornava leão como se tornava gato. Abi nem queria acreditar, mas guardou segredo.
Ate que Flame tornou-se um grande amigo de Abi e ajudava sempre nas aulas. Mas mais ninguém sabia que Abi tinha um amigo secreto.
Mas certo dia Flame decidiu partir porque seu tio o tivera quase a descobrir
O tempo foi passando e Flame tornou-se num adulto leão branco que Abi adorava.
Esta historia diz que há um
Gatinho cheio de magia
Mas que precisa de um amigo perfeito!
Sara Vieira
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